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30 e poucos…

30 e poucos anos.

Quando tinha 15, achava que 30 anos era uma idade bem avançada, afinal era o dobro da minha. Agora que tenho 30 e… sendo que 5 anos destes 30 e poucos, trabalhei com idosos, passei a pensar que uma pessoa velha é uma pessoa que se entregou para as amarguras da vida e deixou de viver. Em termos de idade, acima dos 80 anos posso dizer que é… está ficando velhinho(a).

Achava que com 30 anos eu estaria morando no meu próprio apartamento em uma cidade grande, ganhando bem, sendo independente, saudável, fashion, linda e poderosa.
Bom… a parte da cidade grande está correta ao menos…

Não é um caso de todas as pessoas que chegaram nos 30, ou que já passaram disso, mas, para mim, sim, muitas coisas já não são mais novidades e perderam um pouco a magia. Tento buscar aquele encanto infanto-juvenil nas pequenas coisas da vida afinal, nunca devemos nos entregar para velhice. Acho que a velhice mental é pior do que a velhice física… Nada pior do que quando nos sentimos velhos demais para determinadas coisas…

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Alguém deve estar pensando o que eu fiz com o “…ganhando bem, sendo independente, saudável, fashion, linda e poderosa.”. Então…

Mas de fato é inevitável “envelhecer” em determinados momentos, ou melhor colocando… amadurecer. Afinal, não podemos ser crianças para sempre (apesar de ser bem tentador), e as dores, os temores, as decisões que tomamos, os momentos de aflição que passamos… tudo isso vai nos dando um banho de expectativa X realidade que resultam em um cabelo branco ali, ruguinhas aqui e de repente uma seriedade…

“Não leve tão a sério!” Dizem as pessoas. “Tem que curtir a vida!” seja lá o que isso quer dizer; “Carpem Diem!”, mas tem pessoas que preferem a noite; “Não crie expectativas” (concordo, mesmo sabendo ser difícil…); “Aproveite sua vida, ahh você é tão nova!!” (mas gente, aproveitar fazendo o que medesss??). Mas nem sempre estamos com vontade de celebrar. Nestes momentos como boa canceriana que sou, vou lá pra dentro da minha conchinha e pergunto pra mim mesma: “Está tudo bem? O que está te incomodando? Como pode mudar isso? Será que não está sendo exagerada? Será que neste caso devo mandar todo mundo a…?” E por fim… em que lua estamos? Ish… acho que vou ficar “mocinha”… Assim aprendi ao longo dos 30 e poucos que tenho todo o direito de estar as vezes “de bode” e um pouco desanimada; que nem sempre tenho vontade de “ceeeeeeeeelebrate good times, come on!”, mas que também não devo permanecer ali até que alguém venha me tirar por piedade. Preciso sair da minha concha, respirar fundo e seguir, caso contrário estaria envelhecendo-me. (Um dedinho da família e dos amigos pode ajudar, mas o trabalho final é individual, viu?)

A gente merece ser feliz minha gente! Ser feliz, sem pensar se está velho para isso ou aquilo, sem achar que se não tem mais 20 anos já não pode mais nada. Tem que se amar como é, ser amado, dividir as alegrias com quem se ama, assistir bobeiras de vez em quando, jogar conversa fora com os amigos, abraçar, beijar, comer coisas gostosas, assistir vídeo de cachorrinhos fofos, deixar a criança interna brincar de vez em quando e fazer estas coisas todas que recebemos todos os dias pelo Whats App.

É aquela coisa do copo, meio cheio, meio vazio; 30 anos é meio novo, meio velho. Tudo depende da forma que você vê.

Beijosmedesligo x_x

 

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Retrospectiva, feliz ano novo!!

A retrospectiva sempre deve ser feita antes do fim do ano?
– Estava meio ocupada e me atrasei.

Não é bom começar o ano me atrasando?
– Mas… agora estou pensando no ano novo chinês. :D

Primeiro então… Feliz 2015 no calendário ocidental para todos!

Meu 2014 foi tão corrido que só postei 3 coisas, nem vi passar! Meu blog está decadente, eu sei, mas, ainda vou mantê-lo por enquanto. Tenho esperanças de um dia melhorar meu ritmo de postagem. (Ainda sem internet na casa. rsrs)

Este foi um ano para fazer a diferença. Nem sei porque mas, tinha que fazer. Pensando agora nem me esforcei para fazer algo de diferente, apenas me deixei levar pelo ano e pelos acontecimentos, sem muitos planos. Bom, talvez isto tenha sido uma atitude diferente; uma postura diferente dos outros anos em que fiz planos, etc, e não consegui cumprir pra variar. Em 2014 não fiz planos. Pensei sim em alguma coisa ou outra, mas, nada muito concreto exceto que tinha que fazer a diferença. E a conclusão que chego hoje, é uma coisa bem óbvia, mas, que não deixou de ser profunda para mim neste momento da vida: Estou amadurecendo. Fazer 30 anos tem um certo peso, sim. É tão triste não ter mais 20 e tantos, mas, por outro lado é tão maravilhoso ser adulta e estar cada dia mais consciente e mais certa de mim! É tão maravilhoso curtir a maturidade, a natureza e a essência do meu ser, e ainda mais, poder compartilhar estes momentos com pessoas queridas, pessoas amadas….

Alguém pode ter pensado: “É claro que está amadurecendo, não é?! Com 30 anos na cara e ainda está aí tentando se conhecer?”

E eu digo: Nunca vou parar de me conhecer, e nunca é tarde para reavaliar os conceitos. A vida muda, as coisas mudam, a gente muda. Como posso me deixar estagnar? Tem gente que morre sem nunca ter vivido a própria essência, morre arrependido de nada ter vivido, ou até mesmo sem ter tido um orgasmo na vida…

Amadurecer não significa perder a criança interna. Esta sempre estará dentro de mim confundindo a cabeça das pessoas que sempre acham que tenho uns 23 anos no máximo. E eu acho isso o MÁXIMO!!! Esta criança sempre deverá assistir desenho animado, curtir brinquedos, desenhar, dançar e cantar alegremente. Precisa ser trabalhada para sempre viver alegre e sorridente!

Outra coisa que penso que fez diferença neste ano para mim, posso resumir em 5 lugares: Okinawa, Shirakawago, Beijing, Shanghai e Dubai. Não preciso dizer mais nada. Isso para mim foi uma conquista!

O fim do ano pra variar me bateu a Síndrome do Final do Ano. Este ano porém, não tão forte, apesar de todo o corre corre de sempre. Voltar às raízes, comer comidinha de mamãe, brincar com animais, rever amigos, bajular os sobrinhos, conversar com a irmã e passar o natal com a família foi tudo de bom. Também foi bom o suficiente para me lembrar porque parti… -_-‘ e este também foi um motivo para eu ter me atrasado em minha retrospectiva. Precisava pensar um pouco.

A diferença de 2014 foi interna, e o interno influencia no externo. Não acho que foi uma mudança, uma diferença brusca, mas, certamente importante.

Não sei o que será de 2015. Não programei, não fiz metas… ainda! Achei desnecessário fazer agora. Nem sei se vou preparar para o Ano Novo Chines, ainda há coisas que preciso organizar em minha mente… (Sentindo falta do retiro espiritual e das companhias… :) Que saudade boa!! ) É uma coisa de “feeling”, como diz o namorado. Quando eu sentir que está na hora, farei…

Meus planos, minhas metas, em meu tempo, em meu feeling… (Parece egoísta mas, estou pensando nas pessoas ao meu redor também, tá?)

E que este ano seja próspero, que tenhamos amor e paz em nossas vidas, que tenhamos sorte, surpresas agradáveis, que tenhamos mais paciência, tolerância, humildade e sabedoria, que tenhamos alegrias e felicidades e que consigamos dar muitas gargalhadas, dessas de fazer chorar, de doer a barriga, de rolar no chão, sacudir as pernas e pedir pra parar de tanto rir!!

Beijosmedesligo x_x

Síndrome do Final do Ano

Não, não é um artigo científico e não li em nenhum lugar. Eu criei essa síndrome. Mas existe a possibilidade de alguém já ter criado e eu estar apenas sendo levada pelo inconsciente coletivo. :(   É uma coisa que venho percebendo de uns anos pra cá… Sinto que desde os meus 18 anos mais ou menos, o mundo gira muito rápido. É assustador a rapidez com que o ano passa. Sempre fico com a sensação de não ter conseguido terminar a prova, o sinal bateu faltando umas 3, 4 questões para resolver; de estar comendo panetone em outubro e dizer, ah! já é Natal!

Panetone em Outubro, simboliza Natal.

Definitivamente a hora não está passando em 60 min. Tenho quase certeza que se você passar o dia e a noite contando os segundos vai notar uns milésimos de segundos roubados misteriosamente!! E cada vez mais e mais. E um milésimo de segundo para a grandiosidade do Universo pode ser nada, mas, comparando em escalas humanas isso pode ser muito! Será que entendem o que quero dizer? Pensem que é como um restaurante que não tem troco. Você foi almoçar e a conta deu R$24,99. Você pagou R$25,00 e saiu sem o seu R$0,01, mas, afinal, ainda existem moedas de 1 centavo? Whatever. 1 centavo não mudará sua vida… e segue. Mas o mesmo restaurante fez isso com as 54614368164 pessoas que entraram lá durante esta semana, e então?
Mas o que queria dizer mesmo não é exatamente sobre esta sensação de “tempo roubado” ou “tempo voando” em si, e sim, da exaustão que isso causa nos seres humanos. Talvez nos animais também. Não sei ao certo se eles contam os dias como nós. Uma observação à parte, falando assim: contar os dias como nós, parece uma coisa tão besta, não acham? E nós contamos tudo… os anos, os semestres, trimestres, meses, quinzenas, semanas, dias, horas, minutos, os segundos… e até os milésimos de segundos! Porque não apenas vivemos? Se não soubéssemos quantos anos temos, tenho certeza que não pensaríamos que estamos ficando velho, ou que não temos mais idade para X coisas… :/
Voltando ao assunto, a exaustão. É isso mesmo. Nestes últimos anos, todos os finais de ano tem sido assim. Um cansaço infinito, uma vontade de jogar tudo e sumir nas montanhas. Eu mesma, desde os tempos da faculdade, em momentos como estes, me imagino sentada em posição de lótus num templo tibetano, meditando, sem me depilar por dias e dias se não apenas a cabeça raspada. (Eu sei, parece nojento, mas juro que me traz uma sensação de paz imensa!! :~ Acho que um dia ainda faço isso… se o governo tibetano liberar o visto…¬¬ …se os monastérios tibetanos aceitam mulheres…¬¬ …enfim…) É uma falta de vontade associada com o cansaço, o stress acumulado do dia a dia…
Alguns analistas poderão falar que estou um tanto quanto depressiva. Pode ser, mas acho que nasci assim. Nasci melancólica, meio artista, quem sabe? Que artista não morre um pouco a cada dia por tristeza? O que seria da Adele sem suas decepções amorosas? Se não fosse a depressão não existiriam nem poesias, nem cansões tão sensíveis e tocantes. Tão belas e verdadeiras… Particularmente acho que estou bem. Não estou morrendo de tristeza, só estou cansada, e desanimada para continuar esse ano, planejar as festas, comprar presentes, papai-noel e essas mesmices. Só quero estar logo no aconchego do meu berço, rodeada dos que são queridos para mim (+ meus bichos). Quero poder dormir algumas noites sem pensar que às 05h40 tenho que levantar. Quero poder respirar AR de manhã, sem a pressão de chegar logo no trabalho. (Eu sei, fui eu que quis viver em São Paulo; não nego que é tudo culpa minha. Apesar de que tudo isso tem sido uma gigante experiência de vida…) No fim, mesmo exaustos e desanimados, acabamos fazendo tudo isso. Comprando os presentes, reunindo a família, cumprindo o tradicionalismo religioso… Automaticamente, porque se não fizer isso parece que o ano não terminou, e parece que 2013 não vai começar direito. Parece que se não cumprir o ritual vai começar tudo errado.

E agora, nem as coisas que foram tão divertidas durante o ano estão conseguindo me motivar a sair do edredom e parar de assistir animês. Faço um pouco forçado para não me tornar uma doida varrida lunática, e sempre tem valido a pena “tirar os quatis das costas”, “tirar o pó de cima”, mesmo que é tão difícil tomar essa decisão nestas últimas semanas do ano, ou últimos dias, horas, seja lá como queiram contar; vale a pena rir das coisas mais bestas e insignificantes na companhia dos amigos, refletir sobre as questões mais banais que não levarão à nada, junto com eles, só para esquecer um pouco que segunda está aí novamente e novamente para a “mesma mesmice” que você fez e refez durante o ano inteiro. Ah os amigos… o que seríamos sem eles? Se não eles (+ música) para espantar os males, não sei mais quem.

Concluindo este post cansado (Estou matando o trabalho para escrever isso numa segunda feira antes do feriado da terça. A segunda que poderia ter sido emendada, só que não.), a Sindrome do Final do Ano é aquela sensação de desespero pela rapidez com que o ano passou e você não conseguiu cumprir tudo que queria, misturado com o desespero de ver-se envelhecendo e não podendo fazer nada por isso, juntamente com o desânimo e a não vontade de fazer absolutamente mais nada, nem trabalhar, nem estudar, nem limpar a casa, nem dançar Gangnan Style, nem sair, nem postar, etc,  apenas se isolar e se recarregar em meio à natureza, silêncio e paz. (Morte. +.+ Não, pera…D: )
Mas, mesmo assim a gente faz, levantamos devagar, damos mais um passinho, mesmo sendo pequenininho, nos arrastamos mais um dia até o metrô, matamos um pouquinho do trabalho no face, no worpress… esquecemos um pouco, relaxamos um pouco e recarregamos um pouco das forças com os amigos, o amor, os bichinhos… e seguimos em frente. Para encarar mais um ano. Semana passada era 07 de janeiro, ontem era 23 de setembro, hoje já é 19 de novembro, e amanhã é Natal. Mais um Natal está chegando! E nossas esperanças se renovam aos poucos, mesmo quando achamos que não temos mais forças.
Não sei se rolará mais um post até o final do ano, se sim até lá! Se não, “otsukaresama deshita” (bom trabalho!), desejo que 2013 seja um ano melhor sempre e sempre para você, para mim e para todos!
beijosmedesligo x_x

Compartilhando uma história…

Hoje gostaria de compartilhar uma história… Já faz um tempo que venho “rascunhando o post” e hoje encontrei uma brecha. Talvez não tenha nem 1/10 do impacto que teve para mim, mas, mesmo assim quero postar minha experiência de percepção e epifania.
Foi um sentimento que demorei para organizar e que finalmente consegui transmitir em palavras sem desidratar em lágrimas (Sim, porque eu sou sensível, tá. :( Choro até com desenho animado e comercial de margarina. :~). Parece muito simples, mas, para mim foi como se tivesse levado um soco no peito.

As pessoas que costumam ler meu blog (que está um pouquinho abandonado, eu sei… ‘orz) sabem que eu participo de um grupo de dança tradicional japonesa chamado Shinsei (estrela nova em japonês). Nos reunimos toda semana no Bairro da Liberdade onde rola os nossos treinos do tradicional Yosakoi Soran.
Nestes dias atrás em que estávamos treinando, durante o intervalo de uma dança e outra, fui tomar uma água e aproveitar para dar uma olhada no mural que fica no fundo da sala. Esta sala normalmente é utilizada para várias coisas, não somente para nosso treino, por isso sempre tem notícias de festivais, lançamentos etc. E lá estava o cartaz falando do lançamento do filme Corações Sujos, um filme baseado no livro de Fernando Morais, que relata o drama dos imigrantes japoneses no Brasil, que acreditavam na vitória do Japão na guerra…

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Olhando o cartaz e refletindo sobre isso, lembrei do que vi no Museu da Bomba Atômica em Hiroshima, na Praça da Paz em Nagasaki e também no Museu da Imigração Japonesa aqui na Liberdade. O sofrimento da guerra, a longa viagem ao Brasil, a adaptação, a convivência, o aprendizado, a dificuldade de lidar com a língua portuguesa e os hábitos brasileiros… tudo tudo tudo… Então pensei comigo: “Tantos anos se passaram desde então… uma história que liga o Japão ao Brasil. Pessoas, famílias, vidas envolvidas. Homens que carregaram suas famílias acreditando num Brasil promissor. “Rumo à América Latina, lá é o que há!” Como será que foi tudo isso…? Como será que meus avós viveram essa época? Tinham felicidades apesar de tudo? Quanto sofrimento… Quanto sofrimento! E sem pensar muito, me perguntei: Qual é o resultado disso tudo?

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Após refletir um pouco olhando para o cartaz, me virei para ir até o pessoal que estava disperso conversando. Neste momento em que os visualizei, por alguns segundos fui tomada por uma mistura de sentimentos que nunca havia experimentado antes. Um aglomerado de compaixão, de compreensão, um pouco de tristeza e alívio. E então automaticamente compreendi. Foi muito rápido; foi uma sensação incrível…

No momento que virei, vi os descendentes de japoneses que compõem cerca de 90% do nosso grupo conversando e brincando. Mesmo quem não é descendente estava lá compartilhando a cultura japonesa, num envolvimento saudável de amizade e carinho. Todos nós somos brasileiros afinal, mas, temos a carga genética do povo japonês. E senti meu coração bombear o sangue em minhas veias. Sangue este que carrega 50% do gene japonês.

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(Olha eu ali! A ultima de azul na direita!!)

Então falei para mim mesma, como se falasse para as almas de nossos antepassados: “Olhem, estamos bem agora! Não há mais guerra. Não há mais bomba atômica. Nós somos aqueles pelos quais vocês lutaram… aqueles que vocês dedicaram suas vidas e acreditaram.”

“Este é o resultado. Podem descansar em paz.”

beijosmedesligo x_x

 

 

 

Coisas que aprendi…

Há tempos venho alimentando esse post.
Deixei parado por uns tempos e agora me senti pronta para terminar e postar.
Aprendi várias coisas durante os meus quase 27 anos e meio de vida, e decidi listá-las aqui com o objetivo de lembrar-me sempre destas lições. Porque mais do que nunca preciso lembrar de todas essas coisas. Porque mais do que nunca sinto que devo gravar isto em algum lugar onde eu sempre possa ler, e que também sirva como reflexão para quem quiser. É comprido mas acho que algumas coisas valem a pena ao menos pensar…

– Na minha adolescência, uma famosa frase de Shakespeare me marcou.
“Não importa o quanto vc se importe. Tem pessoas que simplesmente não se importam.”
Fato. Você pode se esguelar, se espernear, se esforçar e até sangrar. Se a outra pessoa para quem você supostamente está fazendo isso não se importa, simplesmente ela não se importa. Independentemente do quanto você se esforçou. Nem importa se você morreu por isso. Tem pessoas que simplesmente não se importam. Não é importante pra ela e ponto final.

Não subestime as pessoas, por mais idiota que elas lhe pareçam. Um dia ela irá te surpreender.
As vezes tenho uma mania preconceituosa de achar que algumas pessoas são muito ignorantes e não devem ser levadas em consideração… até o dia que descubro que ela me evita porque me acha uma completa idiota, que jamais chegaria a altura de suas conversas; e ainda pior, descubro que ela estava certa… õO! Então, avaliar sua própria pessoa antes de sair falando besteiras dos outros é uma boa para não cometer erros como os meus… :(

Não julgue as pessoas pela aparência.
Você não sabe o que esta pessoa está passando ou o que ela vivenciou no seu passado. Pode ser que ela esconde uma doença, pode ser que ela se esconde numa doença, pode ser que ela tenha traumas, pode ser que ela sofreu muito. Além de que, nem sempre esta pessoa foi assim, e nem será assim para sempre. O que pode ser feio para você, pode ser lindo para outro. Enquanto você acha uma pessoa feia ou mal vestida, ela pode estar achando o mesmo de você.

– Não vale a pena guardar rancor, não acrescenta nada na vida.
Porque enquanto você perde seu tempo se remoendo sozinho em seus pensamentos negativos e vingativos, a outra pessoa está simplesmente vivendo. (E não se importando com você nem com o seu rancor… lembrando da frase do Shakespeare.) E o tempo… ahh o tempo. Quando você abre mão da vingança e se liberta do rancor, você olha aquilo que um dia foi motivo de lágrimas, e não consegue sequer lembrar direito como foi aquilo. Aquele sentimento ruim todo se perde no tempo, e nada mais faz sentido. Não há mais rancor, nem ódio, nem dor, nem sofrimento.

– Uma pequena lição de uma música, de uma banda que aprecio o som e a voz da cantora, Fernanda Takai… “As brigas que ganhei, nenhum trofeu, como lembrança pra casa eu levei. As brigas que perdi, estas sim… eu nunca esqueci. Eu nunca esqueci.” (PatoFu, Perdendo Dentes)
Sim, porque é nas brigas que perdemos que cai nosso orgulho, e se revela nosso verdadeiro caráter, sem ego. Esse ser fraco e perdedor somos nós, desmascarados diante a derrota. É a verdade nua e crua, e a verdade dói, por isso é tão marcante…

– Quando abrimos mão do orgulho, abaixamos a cabeça e compreendemos nossas derrotas, estamos admitindo nossos erros. Mas esta não é a parte bonita da história. Admitir que errou qualquer um consegue fazer. O difícil é assumir as consequencias com responsabilidade e esforçar-se para não errar mais. Todos nós deveríamos aprender a ser mais humildes. Eu muito muito muito ainda tenho que aprender… E não é exatamente uma tarefa fácil… pelo menos para mim não tem sido, mas estou aprendendo.

Quanto mais liberdade, mais responsabilidades.
Realmente o sabor e o prazer da liberdade não tem igual. É muito bom não ter ninguém pra te encher o saco, fazer as coisas quando tem vontade, SE tiver vontade. Poder voltar a hora que quiser e SE quiser; dormir e acordar a hora que quiser, comer o que quiser etc. Mas tudo isso gera uma consequencia, e se você está sozinho, você terá que coordenar certas coisas para que seu mundo não se torne um caos total. Isso se chama responsabilidades, e quanto mais liberdade…

Não devemos depositar nossa alegria e felicidade nos outros. Precisamos buscar por sí mesmo.
Eu acredito que ninguém no mundo é capaz de fazer outra pessoa feliz por completo. Pode ser que nos contentamos com alguém por aquele momento, mas, conforme o tempo passa tudo se torna normal e monótono novamente. A felicidade quem faz somos nós mesmos. Temos que ser felizes por sí mesmo, sem esperar que o(a) namorado(a), marido(a), pai, mãe, filho(a) nos façam felizes. Eu entendo que não adianta alguém tentar me fazer feliz se meu eu é triste. Ninguém vai conseguir me erguer e me tirar do abismo se não eu por eu mesma, com minhas próprias forças, minhas próprias vontades, minhas razões, meus objetivos, minha coragem, minha felicidade.

– Por isso acredito que ninguém melhor que nós mesmos pra nos ajudar nos momentos difíceis. TUDO depende de nossa própria capacidade.

– O tempo não para pra esperar você se recuperar. Faça acontecer antes que seja tarde.
Você sofreu uma decepção amorosa? Decepcionou seus pais? Magoou alguém? Se magoou? Está sofrendo? Tem dificuldades financeiras? Está sem companhia? Sem casa? Sem família? Se sente triste? Se sente velho? Não tem amigos? Está atrasado em seus deveres? Está adiando um compromisso importante? F**A-SE VOCÊ HAHAHAHAHA. O tempo jamais vai esperar você refletir sobre o assunto, juntar os caquinhos, montar o quebra-cabeça, descansar, se recuperar, chegar num concenso, tomar coragem ou seja lá o que for que você precisa para seguir em frente. O tempo NÃO PARA. Ele não tem dó de você. Você precisa fazer acontecer, antes que seja tarde demais.

Não devemos esperar que as pessoas se tornem o que desejamos que ela seja.
As pessoas são individuais e o ser humano é egoista por natureza. Temos mania de querer que as pessoas sejam mais assim ou assado. Eu por exemplo gostaria que minha mãe fosse uma pessoa mais amiga e carinhosa. Que se abrisse comigo e convesasse de forma mais clara e objetiva. Queria que meu pai fosse uma pessoa que me julgasse, me pressionasse e me cobrasse menos , que não fosse também tão orgulhoso e machista (isso de fato está acontecendo, nem posso reclamar!!). Mas amo meus pais mesmo assim, do jeito que eles são, porque afinal, eu também não sou a filha perfeita dos sonhos deles, aliás meus pais nem queriam uma filha, queriam um FILHO…  As pessoas NUNCA se tornarão aquilo que gostaríamos que elas fossem. As pessoas tem defeitos além de qualidades. Todo mundo sem excessão tem coisas boas e ruins. Eu também. Você também. Se não gosta desta verdade, fique sozinho ou viva na ilusão.

Minha lista não está em nenhuma ordem específica. Sei que tenho mais coisas para arquivar aqui, e que terei mais ainda futuramente. Mas veja bem, já é quase meia noite, estou com dor nas costas e amanhã tenho de levantar cedo… Por essa razão também não vou colorir meu post com imagens. Talvez futuramente…

Espero que tenham gostado e que sirva ao menos de distração para quem ler. Para mim será algo que devo olhar sempre, lembrar sempre… São minhas lições que adquiri com muita dificuldade, que ainda estou aprendendo e me aprofundando em cada uma delas e que quero manter pro resto da vida.

beijosmedesligo x_x   zzzZZZzzZZzz

O Bem e o Mal.

Olá! Feliz Ano Novo atrasado para quem eu ainda não fiz meus cumprimentos, e Feliz Ano Novo para meu blogzinho que está um pouco abandonado… Pensando bem, talvez não tão atrasado para quem comemora o ano novo chinês…

Eu culpo minha vida louca em São Paulo por este abandono.  Um ano, eu diria que é o suficiente para colocar as coisas em ordem, então, 2012 é o que há para fazer acontecer mais ainda. UHUL! E começar a postar mais por aqui. Pretendo sim, postar com mais frequencia, porém, sem digitar tanto assim. :P Creio que facilita para ler também… ¬¬

Pois bem, esses dias, na hora do almoço estava pensando sobre o título, o Bem e o Mal. É aquele anjinho e aquele diabinho que te fala no pé do ouvido… Os meus, quase posso tocá-los. Posso dizer que minha natureza não é maligna, mas, as vezes “o lado negro da força” me diz coisas absurdas que se alimento estes pensamentos, sinto até uma certa fúria, uma íra, uma vontade de ser o Magneto e jogar uma ponte de aço inteira em cima de algumas pessoas, ou lugares… (de funk principalmente… :S). Mas eu tento eliminar esses pensamentos ruins e trocar por outros que sejam bons. Geralmente procuro olhar para as fotos dos meus sobrinhos, dos meus animais de estimação. Crianças e animais têm essa ingenuidade que te conforta e te faz acreditar que ainda existem coisas boas no mundo afinal… As vezes escuto uma música bonita, penso em momentos agradáveis que tive com pessoas que amo/gosto…

Porém, por mais que eu queira ser uma pessoa do bem, seguindo os conselhos de Jesus Cristo, amando as pessoas como a mim mesma, infelizmente nem todas as pessoas me amam, e algumas fazem questão de não me amar, e sim me odiar, e odiar a qualquer ser humano que não seja ela mesma… Infelizmente eu também não sei amar à todos como à mim mesma. Mas aonde eu queria chegar, não era isso. Eu queria dizer que somos humanos afinal. Por mais que queiramos ser perfeitamente bons, sempre teremos pensamentos ruins, porque coisas ruins, acontecem! O jeito é controlar pra não exteriorizar todas as vezes que o diabo te cutuca! \m/

Mas também acredito que faz parte do equilíbrio. Nada é completamente bom ou completamente mau, tudo depende do ponto de vista. É claro que estou falando de coisas de níveis normais-toleráveis. Não sejam irônicos e não questionem sobre assassinos psicopatas e afins, não é disto que estou falando. Por exemplo, o leão é um animal carnívoro que se alimenta de outros animais como a zebra. Parece injusto que o leão coma a zebra, se a zebra não come leões, então, o leão é mal? Mas se o leão não comer, ele morre; ele só matou a zebra porque precisava comer, então ele não é exatamente mal. É o ciclo da vida. O mal e o bem se fazem necessários e se completam, afinal, sem o mal não existiria o bem e vice e versa.

Como no animê Slayers (que gosto muito! *_*), numa das batalhas finais, a personagem Filya que é representante das divindades mais sagradas dos reinos mais sagrados de todos os reinos sagrados, precisa compartilhar seu poder com Xellos, o senhor do mal, do caos, da dor, do desespero, da escuridão e da morte. A pior das criaturas existentes em todo o universo. E ele apenas une forças com Filya para salvar o mundo, porque não quer deixar de se divertir em ver a desgraça humana. Se o mundo acabar, não conseguirá mais acompanhar a mediocridade da raça humana que se arrasta para viver eternamente cegos na sua infinita ignorância,  infectando o planeta (palavras de Xellos). Então resolve ajudar a pobre coitada, boazinha, fofinha, bonitinha, cheirozinha, patizinha, representante da luz! Sem ele o mundo acabaria. Quer dizer, o mundo não “sobreviveria” só do bem. Apenas dos dois juntos. (Um tanto quanto profundo para um desenho infantil, é verdade… ¬¬””’) Whatever. É isso ai. Espero que tenham captado a ideia.

Devemos praticar o bem, mas, nem tudo será bom na vida, pois se faz necessário que sejamos “maus” em algum determinado momento. Ou as vezes é inevitável termos pensamentos maus… Sim, eu tenho vontade de ver esses rapazes exibicionistas infames que empinam suas motos, se esborracharem no chão, de alguma forma que o façam quebrar alguma parte do corpo, ou tirar um bocado de sangue. ¬¬  PRONTOFALEI! :S

Eu disse que digitaria pouco… É… ¬¬

Um ótimo ano do DRAGÃO para todooosss!!

beijosmedesligo x_x

28 COISAS QUE OS HOMENS ADORARIAM QUE AS MULHERES SOUBESSEM

Ok… deixe-me explicar… u_u

Me deparei com este texto no facebook de “galeres” por ai e fiquei pensando que generalizar os fatos é muito feio. Muitas mulheres pensam diferente e não resistindo,  resolvi postar minha opinião. Ressaltando que estas são a opinião de algum homem que eu desconheço, das quais eu sobrepus a MINHA opinião.

1. Fale o que pensa. Não é por mal, mas não somos muito bons com indiretas;
Eu demorei muito pra entender como ser direta com homens, porque geralmente estava confusa com meus próprios pensamentos e nem sabia explicar o que estava sentindo. Isso acontece quando se é imatura, insegura… Uma vez resolvido esse problema, uma mulher falará o que pensa, mesmo que isso seja “Espere, não estou conseguindo entender, deixe-me pensar mais sobre isso.”

2. Quando fizermos uma cagada, fale – uma vez;
Eu digo o mesmo. Ficar lembrando a cagada dos outros pra fazer a gente se sentir pior ainda sobre os fatos é uma coisa feia independentemente do sexo.

3. Eu sinto tesão por você, não pela sua prima ou pela sua vizinha;
Se sentir tesão por outra pessoa, faça um favor para si mesmo de acabar com o relacionamento. (ISSO É PARA HOMENS E MULHERES!)

4. Manere nas sua sobrancelha. Uma linha fina em cima do olho não é bonito;
Compreendo. Realmente, parece travesti… Mas isso é meio que gosto de cada um ne?

5. Você fica extremamente sexy com aquele seu pijama velhinho de algodão;
Bom… isso tb é uma questão de gosto, mas, acho digno não precisar usar langerie nova todos os dias. E homens, mulheres gostam de cuecas bonitas também, mesmo que exista uns quilinhos a mais, coxas de menos…  só para informação…

6. Não tenha medo de dispensar a maquiagem – natural é sempre mais sexy;
Muitas mulheres nem usam maquiagem no seu dia a dia… eu sou uma! o/
Não que eu faça isso para me sentir mais ou menos sexy, mas, enfim…

7. Vocês mentem muito mal quando dizem que está tudo bem – nós sabemos que não está, só não sabemos o que aconteceu;
Foi difícil mas, aprendi a dizer que está ruim e porque está ruim. Mulheres, quando sentem que algo está errado, falem para seus parceiros porque homem é MUITO RUIM em compreender sinais. Fale claramente sem esperar que ele adivinhe o que você está sentindo. Pode ser difícil no começo mas vale a pena. Tudo fica mais fácil. Deixar o orgulho de lado um pouquinho não doi nada.

8. Você pode me chamar pra transar a hora que quiser. De verdade;
:S…  isso é uma coisa particular de cada casal. Mas entendo. Só não vou opinar.

9. Masturbação me dá 1/10 do prazer que sinto no sexo com você. Acredite;
Então… mesma opinião de cima.

10. Não tem som melhor no mundo do que ouvir você tendo um orgasmo;
Ok, homens gostam muito de sexo, já entendi. ¬¬

11. Quando vocês ficam bravas com coisinhas pequenas e insignificantes, nós questionamos sua inteligência;
De fato eu também questionarei a inteligência de um homem que implicar “mimimente” com coisas idiotas… ¬¬ MAS! O que é pequeno para vc pode ser grande para mim e vice e versa! Nem tudo que parece bobo é tão bobo e nem tudo que parece importante é tão importante. Reflita.

12. Se eu te dou opinião quando você está se arrumando, significa que você está muito atrasada;
Se eu estiver atrasada é porque realmente alguma coisa aconteceu. É muito raro eu perder a hora a ponto do cara ficar irritado porque estava me arrumando. Geralmente deixo tudo que vou usar pronto com um dia de antecedencia para não correr esse risco. HÁ! (Só representando as mulheres que não se atrasam…)

13. Não me peça pra te ajudar a escolher com qual roupa vai sair. Eu provavelmente vou fazer uma escolha ruim e a gente vai se atrasar ainda mais;
Geralmente gosto de escolher o que vou usar por mim mesma, mas, acredito no gosto refinado de alguns homens. HOMENS, por exemplo meu pai. Ele tem um bom gosto para roupas sociais e sempre foi muito crítico. Mas entendo que para alguns homens não se deve pedir opinião mesmo…

14. Mas me dar duas ou três opções de roupa já são outros 500, desde que você troque de roupa na minha frente. Bem devagarzinho;
Entendi como uma indireta-direta para fazer um strip e aproveitar a oportunidade para mais um pouquinho de sexo, certo? Esses homens… rsss

15. Adoramos quando vocês fazem rabo de cavalo;
…e quando soltamos o cabelo, e quando jogamos o cabelo, e quando cortamos o cabelo, e quando deixamos o cabelo crescer… sim sim… entendo.

16. Celulite ou langerie feia só nos incomodam se estiverem em um estado muito crítico;
São coisas da natureza ne… Nem todo mundo é perfeito. Mas na meia luz todo mundo fica mais bonito. (Y)

17. Uma passada de mão inesperada é sempre bem-vinda, até em lugares públicos. Principalmente em lugares públicos;
ISSO É UMA COISA QUE EU ACHO QUE NUNCA VOU CONSEGUIR ENTENDER. PORQUE MEDEEESSS PORQUEEE??? õõ

18. Você pode escolher o filme, mas tem que ter um motivo para querer vê-lo;
Eu quero assistir dramas porque acho bonito as lições de vida que eles passam. Eu quero assitir comédias porque as vezes é bom assistir coisas que não precisa pensar muito. Eu quero assistir ficção científica porque gosto de robôs e naves gigantes, principalmente se for em 3D com muitos efeitos especiais. Eu quero assistir desenho porque eu gosto muito de animações e não me sinto menos adulta assistindo-os. Eu assisto comédia romantica, mas, prefiro fazer isso com amigas, porque não gosto de assistir filme junto com alguém que não gosta do filme.

19. Quando você me chama no chat do trabalho “só pra falar um oi” eu não estou realmente prestando atenção – estou checando meu email;
Idem.

20. Não espere que tenhamos uma conversa por SMS, a não ser que inclua a palavra “esperando” e “pelada”;
De um homem assim não espero nada. Se todos os homens forem assim eu serei lésbica. Mas, admito que não gosto de conversas importantes por SMS.

21. Sempre que quiserem cozinhar, irão nos fazer feliz;
Idem. Mas eu gosto de cozinhar também.

22. Nós temos um alarme de perigo iminente que sempre dispara quando vocês perguntam: “Você acha aquela mulher bonita?”
Nós também. A diferença é que homens não se dão ao luxo de perguntar se achamos outro homem bonito. HAHAHAHA brinks. Nunca tive problema em falar que as pessoas são bonitas. Achar alguém bonito não significa traição ou que não acha a(o) parceira(o) bonita(o)… As pessoas tem belezas diferentes… õõ

23. Não confie na gente para mantê-las atualizada sobre as fofocas;
Prefiro pipinguins. :D kkk Não costumo ser adepta de fofocas mesmo que sempre acabe rolando umas e outras… eu realmente esqueço muito fácil… -_-

24. Não, eu não me lembro o que ele disse depois. Nem o que ela disse. Nem me lembro do homem de camisa roxa perto da porta. Somos ruins em detalhes;
Não, eu não entendo como funciona o sistema de um computador. Nem o funcionamento de um carro. Nem sei o nome do carro. Nem me lembro como fazer para chegar até na porta. Sou ruim em assuntos masculinos e não tennho senso de direção.

25. Tenha opinião própria, não me pergunte se está gorda se já sabe a resposta;
É óbvio que isso é “doce” das mulheres pra ouvir um elogio ne. ¬¬ Mas concordo que não precisa disso e que devemos ter opinião. Eu pelo menos não sofro desse mal. -_-

26. Não grite, nem com suas amigas. Isso não é legal, mesmo;
Idem. Gritar bêbado então nossa… cairá drásticamente no meu conceito… salvo casos de festas de formatura onde todos estão gritando bêbados por exemplo. ¬¬

27. Aprenda a jogar videogame, nossos finais de semana teriam uma emoção a mais;
Aprenda artes, música, dança. Nossos finais de semana teriam uma emoção a mais. ~~~~DDD:

28. Às vezes, nós nos perguntamos porque mulheres tão incríveis querem ficar com a gente, seres tão inferiores. Então, obrigado mais uma vez.
É a natureza… -_- Ruim com, pior sem. rss De homem para mulher, de mulher para homem é igual. Não compreendo por exemplo como homens racionais aguentam ficar com mulheres neuróticas, histéricas e irritantes… Não entendo e sei que também tenho meus momentos de 5 minutos de bobeira assim como qualquer mulher.

Na verdade vejo que um precisa do outro, cada um com suas qualidades e defeitos… Acredito que saber conversar e se abrir quando necessário, e fazer isso com sinceridade ajuda a manter um relacionamento estável porque um vai entender melhor sobre o outro a cada dia. Mas, entendo também que esse entendimento é uma coisa difícil de se adquirir, principalmente de por em prática…

Homens e mulheres, vamos nos esforçar para entender melhor um ao outro com o respeito, o amor e o carinho que merecemos?

beijosmedesligo x_x

Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que eu sei que você sabe…

Hoje quero falar de algo que acontece com muitas pessoas, e que aconteceu comigo recentemente me fazendo repensar em minhas atitudes.

Imagine…
Cena 1: Você está entre amigos e alguém está comentando alguma coisa e diz com cara de óbvio, “…sabe X coisa? Muito legal ne?” e na verdade você não sabe muito, nem se lembra direito se já ouviu falar nisso ou não mas diz, “sim claro, X coisa, sim sim, muito bom!!” como se aquilo já fizesse parte da sua vida, como se fosse tão natural pra você que até você quase acredita na sua mentira… HUM. Bonito ne, dar uma de sabichão? ¬¬ (Principalmente se as pessoas percebem que você não sabe muito bem sobre o assunto…)


Cena 2: Você sabe. Você realmente sabe. Você poderia escrever um livro sobre isso porque você consegue entender esse assunto com muita facilidade ou estudou isso por muito tempo, então domina o assunto… na teoria. E na prática?

Pois bem. Aí vão as minhas experiências para quem quiser refletir… Quando era criança e estava no Japão, tive muita dificuldade de aprender algumas coisas, e aconteceu várias vezes da sala inteira olhar pra mim e dizer: “O QUÊÊÊ!!!??? VOCÊ NÃO SABEEEE???!! MAS ISSO É TÃO ÓBVIO?!!”. O que me fazia me sentir muito burra e humilhada, então aprendi a mentir que sabia para não me sentir tão mal. Já aqui no Brasil, o fato de saber falar japonês e desenhar um pouco de mangá me deu uma imagem de pessoa meio nerd da sala, mesmo que eu não fosse. E as vezes ouvia comentários como, “Nossa você sabe tudo!”, o que me fez sentir feliz e finalmente como alguém munida de massa encefálica, então para manter essa imagem, continuei a mentir. É claro que dentro de coisas possíveis de mentir. Com o tempo isso se tornou um costume, e eu mesma quase acreditava que sabia. Então, um certo dia, não me lembro o que aconteceu, mas, caiu a ficha que isso era errado, e fui corrigindo aos poucos, começando por reconhecer e dmitir o que realmente não sabia. Não há nada de errado em não saber sobre tudo. Errado é manter-se ignorante sobre isso e ainda dizendo que sabe. Além de que mentindo que sabe você perde a oportunidade de aprender sobre mais alguma coisa e compartilhar seus próprios conhecimentos com outras pessoas. Isto eu creio que consegui superar e hoje não faço questão de dizer que sei o que não sei. Pelo contrário, prefiro dizer simplesmente que não sei pra não falar besteira. :S

Mas… isso é história antiga.

O que aconteceu comigo recentemente foi a cena 2. Eu fiz faculdade de moda, tirei notas relativamente boas durante o curso e trabalhei 5 anos com isso. De fato eu entendo algumas coisas sobre moda… na teoria. E na prática? Pois bem, se me pedissem “Te dou X dinheiros e você monta para mim, 7 looks sociais para trabalho e eventos chiques!” tenho certeza que teria bom gosto para escolher os melhores looks para esta pessoa de acordo com o corpo, status e eventos deixando a pessoa no mínimo satisfeita. Mas… não sei fazer isso para mim mesma… Desde pequena me vestia com roupas doadas, ou herdadas da irmã. Roupas boas eram só para festas. Festas que nunca aconteciam e que quando aconteciam já eram roupas fora de moda. Minha mãe tem um gosto para roupas exclusivamente excentrico só dela, para não dizer outra coisa e cresci vendo isso. Sempre me vesti de forma simples e confortavel porque enjoo fácil de coisas muito enfeitadas ou coloridas e não suporto coisas me apertando. Passei por uma fase de rebeldia contra a moda; me vestia de forma muito simples e até pobre e admito que ainda não consigo me livrar direito do pensamento que martela na minha cabeça dizendo que: “roupas escondem muito bem os seus defeitos, e você pode parecer qualquer coisa que você quiser, mas, que isso não é o seu verdadeiro eu e que desta forma você está se escondendo atrás de um guarda roupas bem montado sem conseguir se aceitar como verdadeiramente é”.
O meu verdadeiro eu é muito simples e falho como qualquer ser humano frágil e comum, e acabo refletindo isso no que visto. O problema é que por mais rebelde que eu seja, ou, por mais que minha cabeça teime em ser dura, tenho que admitir que alguns ambientes exigem um pouco mais de elegância. Isso eu sabia na teoria e também tinha consciência na teoria, mas, errei na prática. Num ambiente que exigia de mim extrema elegância, e de fato era um momento importante para eu estar elegante, “brilhei meu eu interior” com um belo par de tênis, calça jeans, camiseta e mochilão. Resultado, levei um puxão de orelha. Não há desculpas para justificar o erro. Meu passado repleto de desastres da moda e fator X dinheiros podem ter influenciado no meu modo de vestir até hoje, mas, estudei e tenho conhecimento e liberdade suficiente para fazer diferente e mudar. Sei que poderia ter feito melhor e não quero errar novamente.

Entendi que era hora de me esforçar e mudar alguns conceitos, e comecei a tentar abrir a cabeça para me vestir melhor daqui pra frente, realmente usando e vivendo a moda nas suas melhores utilidades, não somente pensando ou refletindo sobre a teoria da moda. Praticar a moda para expandir meus próprios conhecimentos. Então, estou escrevendo aqui para reforçar para minha própria cabeça dura, que não há nada de errado em começar a me vestir melhor, de forma mais elegante uma vez que preciso disso para me fazer melhor profissional. ù.ú

Eu vou me esforçar e ficar linda, lero leeeerooo! E darei melhores ideias de moda daqui pra frente, prometo. :*

Então, Gorpo, conte para as crianças qual a lição de hoje!

“Vamos assumir o que sabemos e o que não sabemos e aproveitar as oportunidades para expandir os conhecimentos. E também, não ficar somente com o conhecimento na teoria e sim colocar isto em prática para dominar mais ainda sobre este assunto!”

beijosmedesligo x_x

Minha constante ausente presença inconstante.

Sei que são poucos meus leitores, mas, gostaria de desculpar-me pela ausência. Tenho muitas coisas e ideias pra escrever e geralmente tenho ótimas ideias quando estou no metrô, no ônibus, no trabalho ou no banho (tipo… em lugares que não posso e que não tenho nem papel pra anotar… ¬¬) e quando sento pra escrever as palavras se vão como naquela propaganda antiga do FISK… ou será que era de outra escola de inglês? Whatever. ¬¬

A verdade é que tenho me afastado um pouco de várias coisas para me dedicar a outras. Sou um ser humano afinal. Até consigo parar uma coisa, começar outra, terminar e depois retomar àquela que parei, mas, não consigo fazer muitas coisas ao mesmo tempo e levando em consideração o turbilhão de pensamentos da minha cabeça feminina, tudo se resulta em uma confusão… esse deve ser o motivo das palavras fugirem mas enfim… venho me dedicando à algumas coisas que tinha prometido pra mim mesma me dedicar este ano, e também à coisas que tinha me esquecido que existia.

Dentre pensamentos e sentimentos bons e ruins, novas experiências, ânimos e desânimos, cansaço e disposição, renasço das cinzas como uma fênix todos as manhãs (pq todas as noites eu morro na cama x_x) com novas percepções que me redirecionam aos  ideias me motivando a seguir em frente mais um dia . Uma das coisas que percebi, apesar de ser clichê na teoria, é que as vezes precisamos perder algo para entender o valor… bem… no meu caso não foi bem perder, e sim foi me distanciar para que pudesse compreender melhor de outro ângulo. E sim, estou falando de MODA NOVAMENTEEEE!!! EEEEHHH!!! o/
Afinal de contas existe uma estilista dentro de mim,  neste momento disfarsada de agente de turismo. (Y) Nunca deixei de ser estilista afinal. Nem pensei em abandonar a carreira para sempre, mas, realmente precisava desse tempo para pensar, repensar, tirar e colocar cada ideia em seu lugar. (ok, ainda não coloquei tudo nos seus devidos lugares. ¬¬)

Sinto falta dos tecidos, das ideias pipocando, dos paineis de conceito, das palestras de tendências mais iguais que todas as outras dos anos passados, de ver a moda ir e vir como o cidadão em seu direito; sinto falta do lápis deslisando no papel e de todas as cores vivas e mortas, tons cítricos, tons pasteis, tons neutros… Sinto falta da historia da moda e do design. De observar como a moda, música e arte caminham juntas a décadas! Quero ver as peças classicas combinando com as da moda, quero ver as pessoas aplicando a moda de forma pessoal, criativa e adequada ao seu próprio estilo de vida, de corpo! Percebi que eu realmente gosto de moda, em sua parte mais útil, livre, criativa e ilimitada. É uma relação de amor e ódio, pois, por outro lado, odeio a parte que caiu em senso comum, a ideia de futilidade, de falta de personalidade que ela pode causar nas pessoas, o consumismo… muito da cabeça de cada um, mas, as coisas/ pessoas costumam ser generalizadas pela sociedade. :/

Para finalizar gostaria de falar sobre o que venho exercitando. Tenho a palavra fixa em japonês e gostaria de compartilhar: “SUNAÔ”, significa sinceridade. Sempre fui uma pessoa sincera com as pessoas, mas, tinha um costume terrivel de não ser comigo mesma. E “me abrir para mim mesma” me permitiu entender melhor sobre todas as coisas que falei ali em cima. Venho deixando fluir o que existe dentro de mim, minha verdade, meu eu, sem culpa e sem vergonha de ser o que sou. Ainda complexo de entender e aceitar tudo isso, eu confesso. Entendi que esta mudança foi a consequencias de minhas decisões.

Óbvio que não saio cantando alto dentro do metrô ou na rua como eu gostaria porque encomoda as pessoas. Lógico que não vou trabalhar de pijamas e pantufas por mais que eu queira porque não faz sentido nenhum eu deixar de ser cidadã, dando desculpas de que estou “deixando fluir meu eu interior”, mas começando de dentro pra fora, estou deixando de sentir vergonha de gostar das pessoas, aceitá-las e achá-las realmente bonitas como elas são, entender a beleza interna e externa de cada um sem me sentir melhor ou pior que elas etc. E frequentemente penso que temos que ensinar as crianças (pequenas e “grandes”) que “gostar/ amar” são sentimentos bonitos que não devemos nos privar nem sentir vergonha (deixando bem claro aqui que isso é dentro de um limite comum e não psicopata)!

Então, vamos deixar fluir esse sentimento puro de carinho e amor que existe dentro de nós, sem nos omitir no orgulho e na vergonha, porque opinando aqui, particularmente, entendo que felicidade não é um estado constante mas sim construída de momentos, e os momentos mais felizes da minha vida, passei com as pessoas que amo, gosto, ou que eram importantes pra mim numa determinada época, ou seja… as pessoas que significam algo para mim são as “coisas” que tenho de mais importante na minha vida (por mais que eu seja apegada ao box do Slayers, aos livros da série Guia do Mochileiro das Galaxias, ao meu celular fofinho, aos meus desenho feitos com a “expremessão” da criatividade retraída, etc etc). Não vamos deixar passar os bons momentos com as pessoas que queremos bem, e vamos deixar claro que gostamos, ok? :D

Eu também estou aprendendo… todos os dias uma lição. Deixo aqui algo que postei no face faz uns tempos e que o pessoal curtiu no sentido “facebookal” da coisa: “As vezes julgamos as pessoas pela aparência, pela primeira impressão sem saber nada sobre sua vida; seus motivos, como ela se tornou esta pessoa, seus sofrimentos, batalhas e vitórias. Sendo ela feia, gorda, chata ou linda, elegante, culta, nem sempre essa pessoa foi assim e nem será assim pra sempre.”

beijosmedesligo x_x

PS.: Revelando aqui que escrevi essa frase depois de conhecer um pouco mais sobre a vida de uma certa pessoa que era absolutamente neutra para mim, e que até considerava meio estranha, meio “sei lá”; percebi quanta dor e sofrimento esta pessoa passou e esconde por trás de atitudes “estranhas”, seguindo em frente em sua vida, à sua maneira, se agarrando ao sentimento eterno de luto. Fiquei muito emocionada com a verdade revelada e chorei quando me dei conta da minha ignorancia. Me senti absolutamente pequena e limitada, mas, compreendi a lição.

Coragem!

Coragem. O que é coragem pra você?
 
 
 
Eu nunca tinha parado para pensar nisso. Óbvio que já falei sobre isso várias vezes em determinadas situações, por exemplo: “Fulano foi corajoso ao enfrentar ciclano.” “Que coragem da fulana viajar sozinha para os EUA tão nova!” Também já me peguei pensando em querer ser uma pessoa mais corajosa, quando me dei conta de que passei muito tempo da minha vida com receios, sendo estupidamente covarde e por ter fraquejado em várias situações por imaturidade e insegurança…
 
Quando paro para pensar numa pessoa corajosa, automaticamente me vem na cabeça personagens heróicas como Indiana Jones, James Bond, Xena, As Panteras, seja lá o que for… essas personagens fictícias que são super dotadas, arriscam as vidas em operações top secret, têm multi habilidades e um charme especial. O que está um pouco fora da realidade…
 
Então me foquei mais e parei pra pensar em pessoas reais e corajosas e o que me veio em mente? Policiais, bombeiros, seguranças, pessoas que praticam esportes radicais dos mais radicais, pessoas que trabalham nas alturas como pedreiros em prédios ou limpadores de janelas e pintores, até pensei em coveiros etc. Deste modo, percebi que meu “ideal de pessoa corajosa” está baseado no que exige muita ação física e mental, pressão, adrenalina e também isolamento, ou seja, coisas que tenho medo ou que acredito ser incapaz. O que automaticamente me faz pensar que sou uma pessoa covarde forever.
 
Apesar de realmente achar que não sou uma pessoa muito corajosa (e de estar tentando mudar, encarando aos poucos meus “demonios”…) algumas pessoas já me disseram que fui corajosa em determinadas situações. Avaliando as tais situações, eu mesma penso que não foi coragem e sim ansiedade de fazer acontecer e até um certo vazio em mente que me impulsionou a tomar as decisões… o vazio em mente pode ser considerar como uma falta de noção mesmo. Tem um ditado japonês que diz o seguinte: “Baka wa kazê hikanai”; traduzindo: “O tolo não fica resfriado.” e o significado é mais ou menos assim: Não é que o tolo não fica resfriado, é que ele é tão ignorante que não compreende que está resfriado e consequentemente não sofre por isso. Ou seja, “santa ignorância”! Acho que para mim também foi assim. Eu não sabia que isso era um ato com algum grau de risco que exigia coragem, e fiz sem pensar nisso. Só depois quando olhei para trás e tomei consciência dos fatos percebi que fui corajosa de alguma forma, mas não tive, nem senti nenhuma adrenalina, nem glamour, nem fundo musical tananaaaaan!!, nada de especial; talvez incerteza, receio e insegurança o que me fez acreditar que não tive nada mesmo. Muito menos coragem.
 
Talvez minha ideia de coragem esteja “hollywoodianamente” fantasiada. Talvez eu seja mais corajosa do que penso, pois, aos poucos vim vencendo o medo e a insegurança em várias situações da vida, justamente por ter percebido quanto tempo perdi com receio de tudo e o quanto eu deixei de viver por isso, como ja falei anteriormente. “Tudo é ousado para quem nada se atreve.” Eu sei muito bem disso… Talvez a coragem seja acompanhada de medo, inseguranças e incertezas…
 
“They did not know that was impossible, so they did it.”
 
beijosmedesligo x_x