Arquivo da categoria: Moda para Todos!

As mulheres loiras de cabelos curtos.

Como todas as mulheres, mesmo sendo do sexo feminino, tenho um lado masculino. Ele não fala muito alto, é fato, mas meu lado masculino definitivamente gosta de mulheres loiras de cabelos curtos. Estou falando isto porque na época da faculdade recortava das revistas, imagens de mulheres que considerava “fashion”, “cool” e bonitas é claro, para me inspirar à criar os croquis e quando me dei conta, havia sim todos os tipos de mulheres mas sobretudo, mulheres loiras de cabelos curtos.

Segue a lista das musas; não está em ordem de beleza nem nada. Só fui lembrando e postando…

1. Marie Fredriksson
Acredito que a primeira mulher loira de cabelo curto por quem me “apaixonei” foi quem eu recentemente homenageei com um post, Marie Fredriksson. Definitivamente She’s got the look.
2. T-Seven
Quando criança ganhei um CD do trio Mr. President. A música Coco Jambo estava em alta e eu admirava o encarte com várias fotos do trio, inclusive da T-Seven, linda e loira.
3. Lesley Lawson (Twiggy)
Na época da faculdade me encantei por Twiggy, modelo maravilhosa dos anos 60. Quem resiste aos olhões de boneca?
4. Agyness Deiyn
E já que estamos falando de moda, não podia deixar de lembrar da maravilhosa Agyness Deiyn, a modelo inglesa que conquistou o mundo com seu charme andrógino.
5. Madonna
Simplesmente porque não poderia deixá-la de fora desta lista.
6. Alecia Beth Moore (P!nk)
E já que falamos de cantora, faz-se necessário mencionar minha “ídala” P!nk, mulher linda, talentosa e poderosa!
7. Marilyn Monroe
Simplesmente a diva das divas, Marilyn Monroe.
8. Juliette Lewis
Há muito tempo quando ela namorava o homem maravilhoso que era e ainda é Brad Pitt, Juliette Lewis tinha seus cabelinhos platinados. Mas, eu gosto dela no filme “What’s eating Gilbert Grape” (no Brasil, Gilbert Grape, um aprendiz de sonhador) também, onde ela está morena…
9. Emma Watson
Bem… esta não é bem loira mas vale pela beleza; Emma Watson after Harry Potter, que isso meldels, toda linda de joãozinho… *_*
10. Natalie Portman
E só pra acrescentar mais uma não-loira, o que é a Natalie Portman versão short hair, se não uma linda?
 
11. Charlize Theron
Bom… esta é linda de qualquer jeito mas o short blond arrasa! Charlize Theron.
12. Scarlett Johansson
E para fazer a alegria dos meninos, apesar de que gosto mais dela de cabelos compridos, Scarlett poderosa.
Se esqueci alguma loira linda, me perdoem. Foram só algumas que lembrei que me chamaram atenção por algum motivo. Alguém pode pensar: E a Xuxa? Sim, tem a Xuxa também mas me limitei internacionalmente se não o post não teria fim. E Miley Cyrus? Ah, sei lá, é muita mulher nesse mundo!!
Juro que não sou uma lésbica tarada. Na verdade nunca pensei nessas mulheres com desejo ou qualquer sentimento. Apenas acho-as bonitas, inspiradoras!! Quem sabe um dia tasco a tesoura e me pinto de loira só pra variar? Segue Photoshop vagabundo da simulação. hahahahahaha
TESTE BRINCANDO 03.jpg
Vou dormir antes de ser castigada pelo “deus do design” por esse Photoshop vagabundo. Desculpa, eu não domino esta ferramenta. ;_;
Beijomedesligo x_x
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Como conteúdo para meu blog, aqui vão meus pensamentos aleatórios recentes…

Estou ciente de estar desatualizada com relação a moda, mas, pensando bem, acho que toda a minha vida estive meio fora de moda. Nunca fui muito adepta dos modismos, muito menos do que rola nas passarelas. Por obrigação me atualizava sobre as tendências do exterior e também aqui do Brasil, e até ousava ver os figurinos das novelas globais mais badaladas, mas, enquanto ainda não volto para minha área, acabo relaxando, é verdade… Novelas? Nem sei quais estão passando… -_- A ultima novela que assisti foi Alma Gêmea (Veeesssh! Alguém lembra disso?) e jurei nunca mais assistir nenhuma dessas ME… enfim, vamos ao assunto da moda (Mas antes, um click para postar no Instagram. Beijos)!

Image Já faz alguuuum teeempo que venho me perguntando WTH as pessoas estão curtindo tanto usar bigode “tipo Pringles” em todas as coisas possíveis? Inclusive mulheres!!?? Outra coisa, WTH as pessoas estão usando óculos “tipo do vovô” e acham isso moderno e legal? Eu costumava usar essas coisas na festa junina, avacalhando para ficar ridículo mesmo. Era uma brincadeira e tal… :S

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Tudo bem, eu devo estar ficando velha e mais cabeça dura, ou simplesmente não faço parte do público alvo. Mas ao meu ver, ao meu entender, o que era considerado ridículo e cafona agora é cool porque é Hipster… certo? (“Cool é o meu C#”, como diz a queridona amiga minha Gigica, te amo. :*)
Parece que essa moda Hipster pegou como Indie e não quer mais ir embora. Particularmente eu acho tudo muito semelhante, mas, tenho certeza que um hipster e um indie defenderiam suas individualidades, se eu os questionasse só para provocar. “Sei lá, tipo música, tipo lifestyle, u know? Cada um tem o seu esquema tipo VI-DA, e ser Indie já se tornou muito mainstream e tals… *olha minha cara de blasé* – mais um post no Instagram”.

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Mas afinal, o que é ser Hipster? Segundo o Dr. Wikipedia, especialista em assuntos quaisquer e doutorado pela Faculdade Google de Conhecimentos Instantâneos, refere-se à sub-cultura urbana de jovens adultos ou adolescentes mais velhos de classe média que surgiram por volta dos anos 90; buscam um estilo de vida alternativo, com gostos próprios por filmes independentes, músicas praticamente desconhecidas, discos de vinil, roupas vintage…

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Bom, tem muito mais conteúdo sobre essa tribo urbana, mas este é um resuuuumo do resumo só para entender um pouquinho desse universo paralelo. E é dessas paradas que surgiu o tal do bigode (do Pringles!! hihihihihih). Aliás, é e não é, porque até hoje já vi pelo menos 5 origens diferentes dessa moda, então SEI LÁ! xD Mas isso quem se importa!? Ninguém precisa saber as origens do símbolos que estão usando. Who cares!? Para um hipster, o popular não interessa. Tudo é mainstream e saturado demais. (Como é duro ser hipster nesse mundo tão mainstream… I AM SUFFERING. Y.Y)

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Eu não tenho nada contra o movimento e até acho divertido, os bigodinhos se pá (ta, os óculos gigantes de aro colorido eu acho feio mesmo. Tão feio quanto CROCS!! Os dois juntos então meodeos mapa pro inferno!! oO!) mas, não consigo deixar de pensar que isso é um paradoxo até meio hipócrita. No fim das contas, se grande parte das pessoas usam e abusam do Mustache mesmo sem saber do que se trata, se a maioria se considera Hipster, então é apenas mais um modismo. Não há nada de exclusivo e diferente nisso. Já se tornou Mainstream.

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Conclusão:

Acabei com os menine que gostam de ser hipster mas nem sabem o que é… ;_;

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Digo… É o ciclo da vida minha gente. Os Punks eram verdadeiros vândalos e seus objetivos não incluía ser popular; Kurt Cobain não queria fazer sucesso porque gostava de tocar só para os amigos; os hippies só queriam paz e amor; os indies e hipsters queriam ser alternativos. E todos viraram ícones super importantes na moda, tornando tudo popular e acessível para todos! (Y)

Moda, adorada e odiada 4ever.

Fui um pouco (bastante) irônica neste post, mas, é pra ser engraçado ta? Não é pra ficar ofendido, você que é hipster. Sejam e amem-se simplesmente! Eu acho legal nos outros na verdade, esse estilo alternativo e tal, só não sou adepta. :D (L)

FIM (L)

AGRADECIMENTO:
Neste post, tomei a liberdade de postar várias imagens da página de Facebook, Hipster da Depressão porque achei engraçado. Obrigada e desculpa por pegar as imagens sem pedir!!! :S Créditos ao(s) autor(es).

Beijosmedesligo x_x

Na moda Hipster do bigodinho mainstream.

Fashion Dolls Lovers (L)

Vamos lá! Dando um gás aqui já que estamos nesse sábado tão “produtivo” e sem chefe no plantão do trabalho! hahaha São poucos os dias assim, então, aproveito para ousadamente comer um iogurte na minha mesa de trabalho e fazer um post.

No post anterior comentei sobre minha recém assumida sobre gostar de bonecas, e ontem, passeando na hora do almoço pela Galeria do Rock, avistei numa vitrine uma Blythe Doll. É muito raro ver no Brasil uma Blythe “dando sopa” assim, então fiquei uns 5 minutos encantada admirando a boneca que estava só enfeitando a vitrine e nem lembro qual eram os produtos expostos em si, mas sim… a Blythe estava lá… ai ai… Então tive a ideia de fazer um post sobre algumas bonequinhas desejo de consumo.

Resumindo bem a história, a Blythe Doll sitada acima foi criada em 1972 pela Companhia de Brinquedos Kenner nos EUA, tem aproximadamente 30cm de altura e possui uma cabeça avantajada. Por ser uma boneca de 72, tem os traços das modelos da época. É extremamente fashion, charmosíssima, mas foi vendida apenas por 1 ano nos EUA e na Austrália. Dizem que o motivo do não-sucesso inicial foi por que a boneca tem um mecanismo que permite a troca dos olhos. Isso mesmo, abre a cabeça, troca os olhos e pronto. Nova cor de olhos para a boneca! Quase 30 anos depois, os olhares dos estilistas se voltaram à ela, e utilizaram-na como modelo fotográfica e também em propagandas. Quando a novidade chegou no Japão, a visionária empresa Takara tratou de comprar os direitos para produzir a boneca, e iniciou-se então a produção da Neo Blythe. Existem três tamanhos de Blythe Doll disponíveis no mercado e somente a maior tem o mecanismo de troca dos olhos. Hoje em dia a Blythe também é artigo de luxo de colecionadores maníacos que gastam fortunas personalizando suas bonecas. Pude presenciar uma  exposição num shopping em Odaiba (Tóquio), mas, infelizmente não era permitido tirar fotos… todas eram “lindas de morrer”!! Cheguei a procurar nas lojas em Akihabara. A mais “em conta” que achei (mas não comprei Y_Y) custava cerca de JPY18000, o equivalente a USD225.00; em reais daria mais ou menos R$450.00, mas aqui no Brasil chega a custar mais de R$1000.00!! Mil reais por uma boneca é muito dinheiro; talvez não para colecionadores e doll-lovers. Um sonho de consumo com certeza!

Outra coisinha mais linda do mundo que descobri recentemente por acaso e me apaixonei à primeira vista foi a Pullip Doll, criada pela empresa japonesa Jun Planning e depois comprada e produzida pela empresa coreana Cheosang Cheonha. Possui traços parecidos com os da Blythe, mas, os olhos são claramente orientais e também possuem um mecanismo que muda a posição dos olhos, mas, não sei exatamente como porque nunca vi uma de verdade. Só por foto. Na mesma linha de bonecas foram criados o boneco Namu, supostamente irmão mais novo da Pullip, a boneca Taeyang, a irmãzinha e a Dal Doll que seria a BF da Pullip. Estas bonecas também seguem o mesmo padrão de valores da Blythe e são igualmente fashion e adorable! Sem dúvida mais um sonho de consumo!!

Mais uma descoberta que me deixou boquiaberta foram as bonequinhas que adquiri por JPY500 cada em Asakusa (JPY500 equivale a mais ou menos USD6.00). Não encontrei o nome nem o fabricante destas bonequinhas (também não procurei muito… ¬¬), mas elas custam em torno de USD90.00! Após conferir os preços em vários sites na internet, não tive dúvidas de que comprei bonecas falsificadas. Mesmo assim são muito bem produzidas. Os chineses são absolutely crazy baby! Eles conseguem reproduzir as bonecas com tanta perfeição, com um preço tão barato que é até assustador! As originais são bem carinhas, mas, bem fofinhas também.

Falando de algo mais acessível (pelo menos para a minha realidade), existe uma linha de bonecas produzida pela empresa Mattel que se chama Monster High. Eu as vi pela primeira vez, acho que foi em meados de 2008, quando comecei a frequentar lojas de brinquedos devido à chegada dos meus sobrinhos do Japão. Estas também são charmosíssimas, muito fashion, mas com o diferencial de serem as filhinhas dos “monstros” mais famosos: Frankenstein>Frankie Stein, Drácula>Draculaura, Lobisomen>Clawdeen Wolf  e Monstro Marinho>Laguna Blue. Acredito que estas 4 bonecas compunham as principais no começo, mas, logo surgiram outras, uma mais linda que a outra e até alguns bonecos fazem parte da coleção atual. Hoje em dia tem até série de desenho animado, site com joguinhos, material escolar, roupinhas e até versão Rag Doll (boneca de pano), e fazem o maior sucesso! Parece que teve até um concurso de Design by Yourself onde a escolhida seria produzida para comercializar.  Uma Monster High simples, sem muitos apetrechos custa em torno de R$70.00 em qualquer loja de brinquedos no Brasil.

Há uns 10 ou 12 anos atrás estava em alta uma boneca chamada Bratz, que foi um estouro porque até então não havia nenhuma boneca verdadeiramente fashion como estas citadas acima. A Bratz foi revolucionária quando surgiu, e me lembro de ter ardentemente desejado ter uma, mas, por motivos óbvios não comprei. (No momento ainda são inúteis para mim, mas ainda terei estas bonecas!!!) Da Bratz também foi lançado desenho animado, materiais escolares e até filme, mas hoje em dia a boneca não faz mais tanto sucesso, nem vejo nas lojas de brinquedos. Com tantas opções mais fofinhas até entendo. Olho a Bratz hoje e penso “Nossa que estranho, como pude ficar eufórica por essa boneca? õõ” De qualquer forma, acredito que a venda da Bratz no Brasil foi um start para comercialização de bonecas fashion, dai em diante.

Falando nisso, quando a Bratz surgiu, a Barbie sofreu um pouquinho e teve que se renovar. Lembro-me que na época foi lançado uma Barbie mais teen, com o traço dos olhos maior que o normal, roupas mais “descoladas” (não tão clássicas como de costume) e com a “turminha” toda renovada também. Creio que não fez muito sucesso porque não vi por muito tempo nas prateleiras… Tudo bem que eu também não sou “rata de loja de brinquedos”, mas, enfim… Barbie para mim é a mais clássica das bonecas “fashion“. Não tenho nada contra a Barbie, inclusive amei muito as minhas quando criança e tenho uma guardada com muito carinho até hoje, mas, confesso que acho a Barbie meio “sem graça” comparando com Blythes e Pullips da vida. Muito “princesa encantada perfeita sem defeitos”. Fato inegável a boneca Barbie domina até hoje…

No Japão tem uma boneca chamada Jenny, que fez parte da minha infância. Jenny tem os olhos de desenho japonês e é a queridinha das meninas japonesas depois da Lica-chan. A Lica-chan segue o mesmo padrão de traços, mas, sinceramente não sei qual das duas surgiram primeiro. Comparando com a Barbie, a Jenny e a Lica-chan são mais baixinhas, têm franjinha, olhos de mangá e corpo de japonesa (sem tantas curvas como a Barbie), mas são lindíssimas! Minha Jenny ainda guardo com carinho. (L)

Bom… gostaria de acrescentar que as fontes das informações são wikipedia e demais sites aleatórios, não sou dona da verdade e este texto contém apenas a minha opinião. E acho que já falei demais sobre bonecas (por enquanto); logo tenho que ir embora! :) Não sei porque demoro tanto pra escrever um post (Será que porque ele é quilométrico?).

Enfim, eu amo bonecas fashion. É isso! *_*
Beijosmedesligo x_x

PS: Correção enviada pela leitora Julia, sobre as Pullip Dolls! “O Namu foi o primeiro namorado da Pullip, que parou de ser fabricado (não vendeu) e foi substituído atualmente pelo Taeyang. A Dal é irmã do Taeyang e cunhada da Pullip (e as duas são meio rivais). A Pullip tem um irmão, o Isul. E tem a Byul, melhor amiga da Dal.” O Wikipedia ta todo errado geinteim! Beijosmedesligo x_x

PS2: Mais correção genteeem, enviada pelo leitor Yoshio Kodama: “Informações equivocadas aqui no seu post: A empresa Jun Planning é coreana. Os direitos da Pullip não foram vendidos. A empresa mudou-se para o Japão e trocou para o nome Groove. O Namu não é irmão da Pullip e sim seu ex namorado. O Taeyang é o atual namorado da Pullip. Dal é a irmã mais nova do Taeyang e rival da Pullip. A Pullip tem sim um irmão mais novo, mas seu nome é Isul.”

Acho que vou refazer este post!!! kkk
Beijosmedesligo x_x

O Bem e o Mal.

Olá! Feliz Ano Novo atrasado para quem eu ainda não fiz meus cumprimentos, e Feliz Ano Novo para meu blogzinho que está um pouco abandonado… Pensando bem, talvez não tão atrasado para quem comemora o ano novo chinês…

Eu culpo minha vida louca em São Paulo por este abandono.  Um ano, eu diria que é o suficiente para colocar as coisas em ordem, então, 2012 é o que há para fazer acontecer mais ainda. UHUL! E começar a postar mais por aqui. Pretendo sim, postar com mais frequencia, porém, sem digitar tanto assim. :P Creio que facilita para ler também… ¬¬

Pois bem, esses dias, na hora do almoço estava pensando sobre o título, o Bem e o Mal. É aquele anjinho e aquele diabinho que te fala no pé do ouvido… Os meus, quase posso tocá-los. Posso dizer que minha natureza não é maligna, mas, as vezes “o lado negro da força” me diz coisas absurdas que se alimento estes pensamentos, sinto até uma certa fúria, uma íra, uma vontade de ser o Magneto e jogar uma ponte de aço inteira em cima de algumas pessoas, ou lugares… (de funk principalmente… :S). Mas eu tento eliminar esses pensamentos ruins e trocar por outros que sejam bons. Geralmente procuro olhar para as fotos dos meus sobrinhos, dos meus animais de estimação. Crianças e animais têm essa ingenuidade que te conforta e te faz acreditar que ainda existem coisas boas no mundo afinal… As vezes escuto uma música bonita, penso em momentos agradáveis que tive com pessoas que amo/gosto…

Porém, por mais que eu queira ser uma pessoa do bem, seguindo os conselhos de Jesus Cristo, amando as pessoas como a mim mesma, infelizmente nem todas as pessoas me amam, e algumas fazem questão de não me amar, e sim me odiar, e odiar a qualquer ser humano que não seja ela mesma… Infelizmente eu também não sei amar à todos como à mim mesma. Mas aonde eu queria chegar, não era isso. Eu queria dizer que somos humanos afinal. Por mais que queiramos ser perfeitamente bons, sempre teremos pensamentos ruins, porque coisas ruins, acontecem! O jeito é controlar pra não exteriorizar todas as vezes que o diabo te cutuca! \m/

Mas também acredito que faz parte do equilíbrio. Nada é completamente bom ou completamente mau, tudo depende do ponto de vista. É claro que estou falando de coisas de níveis normais-toleráveis. Não sejam irônicos e não questionem sobre assassinos psicopatas e afins, não é disto que estou falando. Por exemplo, o leão é um animal carnívoro que se alimenta de outros animais como a zebra. Parece injusto que o leão coma a zebra, se a zebra não come leões, então, o leão é mal? Mas se o leão não comer, ele morre; ele só matou a zebra porque precisava comer, então ele não é exatamente mal. É o ciclo da vida. O mal e o bem se fazem necessários e se completam, afinal, sem o mal não existiria o bem e vice e versa.

Como no animê Slayers (que gosto muito! *_*), numa das batalhas finais, a personagem Filya que é representante das divindades mais sagradas dos reinos mais sagrados de todos os reinos sagrados, precisa compartilhar seu poder com Xellos, o senhor do mal, do caos, da dor, do desespero, da escuridão e da morte. A pior das criaturas existentes em todo o universo. E ele apenas une forças com Filya para salvar o mundo, porque não quer deixar de se divertir em ver a desgraça humana. Se o mundo acabar, não conseguirá mais acompanhar a mediocridade da raça humana que se arrasta para viver eternamente cegos na sua infinita ignorância,  infectando o planeta (palavras de Xellos). Então resolve ajudar a pobre coitada, boazinha, fofinha, bonitinha, cheirozinha, patizinha, representante da luz! Sem ele o mundo acabaria. Quer dizer, o mundo não “sobreviveria” só do bem. Apenas dos dois juntos. (Um tanto quanto profundo para um desenho infantil, é verdade… ¬¬””’) Whatever. É isso ai. Espero que tenham captado a ideia.

Devemos praticar o bem, mas, nem tudo será bom na vida, pois se faz necessário que sejamos “maus” em algum determinado momento. Ou as vezes é inevitável termos pensamentos maus… Sim, eu tenho vontade de ver esses rapazes exibicionistas infames que empinam suas motos, se esborracharem no chão, de alguma forma que o façam quebrar alguma parte do corpo, ou tirar um bocado de sangue. ¬¬  PRONTOFALEI! :S

Eu disse que digitaria pouco… É… ¬¬

Um ótimo ano do DRAGÃO para todooosss!!

beijosmedesligo x_x

Eu sei que você sabe que eu sei que você sabe que eu sei que você sabe…

Hoje quero falar de algo que acontece com muitas pessoas, e que aconteceu comigo recentemente me fazendo repensar em minhas atitudes.

Imagine…
Cena 1: Você está entre amigos e alguém está comentando alguma coisa e diz com cara de óbvio, “…sabe X coisa? Muito legal ne?” e na verdade você não sabe muito, nem se lembra direito se já ouviu falar nisso ou não mas diz, “sim claro, X coisa, sim sim, muito bom!!” como se aquilo já fizesse parte da sua vida, como se fosse tão natural pra você que até você quase acredita na sua mentira… HUM. Bonito ne, dar uma de sabichão? ¬¬ (Principalmente se as pessoas percebem que você não sabe muito bem sobre o assunto…)


Cena 2: Você sabe. Você realmente sabe. Você poderia escrever um livro sobre isso porque você consegue entender esse assunto com muita facilidade ou estudou isso por muito tempo, então domina o assunto… na teoria. E na prática?

Pois bem. Aí vão as minhas experiências para quem quiser refletir… Quando era criança e estava no Japão, tive muita dificuldade de aprender algumas coisas, e aconteceu várias vezes da sala inteira olhar pra mim e dizer: “O QUÊÊÊ!!!??? VOCÊ NÃO SABEEEE???!! MAS ISSO É TÃO ÓBVIO?!!”. O que me fazia me sentir muito burra e humilhada, então aprendi a mentir que sabia para não me sentir tão mal. Já aqui no Brasil, o fato de saber falar japonês e desenhar um pouco de mangá me deu uma imagem de pessoa meio nerd da sala, mesmo que eu não fosse. E as vezes ouvia comentários como, “Nossa você sabe tudo!”, o que me fez sentir feliz e finalmente como alguém munida de massa encefálica, então para manter essa imagem, continuei a mentir. É claro que dentro de coisas possíveis de mentir. Com o tempo isso se tornou um costume, e eu mesma quase acreditava que sabia. Então, um certo dia, não me lembro o que aconteceu, mas, caiu a ficha que isso era errado, e fui corrigindo aos poucos, começando por reconhecer e dmitir o que realmente não sabia. Não há nada de errado em não saber sobre tudo. Errado é manter-se ignorante sobre isso e ainda dizendo que sabe. Além de que mentindo que sabe você perde a oportunidade de aprender sobre mais alguma coisa e compartilhar seus próprios conhecimentos com outras pessoas. Isto eu creio que consegui superar e hoje não faço questão de dizer que sei o que não sei. Pelo contrário, prefiro dizer simplesmente que não sei pra não falar besteira. :S

Mas… isso é história antiga.

O que aconteceu comigo recentemente foi a cena 2. Eu fiz faculdade de moda, tirei notas relativamente boas durante o curso e trabalhei 5 anos com isso. De fato eu entendo algumas coisas sobre moda… na teoria. E na prática? Pois bem, se me pedissem “Te dou X dinheiros e você monta para mim, 7 looks sociais para trabalho e eventos chiques!” tenho certeza que teria bom gosto para escolher os melhores looks para esta pessoa de acordo com o corpo, status e eventos deixando a pessoa no mínimo satisfeita. Mas… não sei fazer isso para mim mesma… Desde pequena me vestia com roupas doadas, ou herdadas da irmã. Roupas boas eram só para festas. Festas que nunca aconteciam e que quando aconteciam já eram roupas fora de moda. Minha mãe tem um gosto para roupas exclusivamente excentrico só dela, para não dizer outra coisa e cresci vendo isso. Sempre me vesti de forma simples e confortavel porque enjoo fácil de coisas muito enfeitadas ou coloridas e não suporto coisas me apertando. Passei por uma fase de rebeldia contra a moda; me vestia de forma muito simples e até pobre e admito que ainda não consigo me livrar direito do pensamento que martela na minha cabeça dizendo que: “roupas escondem muito bem os seus defeitos, e você pode parecer qualquer coisa que você quiser, mas, que isso não é o seu verdadeiro eu e que desta forma você está se escondendo atrás de um guarda roupas bem montado sem conseguir se aceitar como verdadeiramente é”.
O meu verdadeiro eu é muito simples e falho como qualquer ser humano frágil e comum, e acabo refletindo isso no que visto. O problema é que por mais rebelde que eu seja, ou, por mais que minha cabeça teime em ser dura, tenho que admitir que alguns ambientes exigem um pouco mais de elegância. Isso eu sabia na teoria e também tinha consciência na teoria, mas, errei na prática. Num ambiente que exigia de mim extrema elegância, e de fato era um momento importante para eu estar elegante, “brilhei meu eu interior” com um belo par de tênis, calça jeans, camiseta e mochilão. Resultado, levei um puxão de orelha. Não há desculpas para justificar o erro. Meu passado repleto de desastres da moda e fator X dinheiros podem ter influenciado no meu modo de vestir até hoje, mas, estudei e tenho conhecimento e liberdade suficiente para fazer diferente e mudar. Sei que poderia ter feito melhor e não quero errar novamente.

Entendi que era hora de me esforçar e mudar alguns conceitos, e comecei a tentar abrir a cabeça para me vestir melhor daqui pra frente, realmente usando e vivendo a moda nas suas melhores utilidades, não somente pensando ou refletindo sobre a teoria da moda. Praticar a moda para expandir meus próprios conhecimentos. Então, estou escrevendo aqui para reforçar para minha própria cabeça dura, que não há nada de errado em começar a me vestir melhor, de forma mais elegante uma vez que preciso disso para me fazer melhor profissional. ù.ú

Eu vou me esforçar e ficar linda, lero leeeerooo! E darei melhores ideias de moda daqui pra frente, prometo. :*

Então, Gorpo, conte para as crianças qual a lição de hoje!

“Vamos assumir o que sabemos e o que não sabemos e aproveitar as oportunidades para expandir os conhecimentos. E também, não ficar somente com o conhecimento na teoria e sim colocar isto em prática para dominar mais ainda sobre este assunto!”

beijosmedesligo x_x

Minha constante ausente presença inconstante.

Sei que são poucos meus leitores, mas, gostaria de desculpar-me pela ausência. Tenho muitas coisas e ideias pra escrever e geralmente tenho ótimas ideias quando estou no metrô, no ônibus, no trabalho ou no banho (tipo… em lugares que não posso e que não tenho nem papel pra anotar… ¬¬) e quando sento pra escrever as palavras se vão como naquela propaganda antiga do FISK… ou será que era de outra escola de inglês? Whatever. ¬¬

A verdade é que tenho me afastado um pouco de várias coisas para me dedicar a outras. Sou um ser humano afinal. Até consigo parar uma coisa, começar outra, terminar e depois retomar àquela que parei, mas, não consigo fazer muitas coisas ao mesmo tempo e levando em consideração o turbilhão de pensamentos da minha cabeça feminina, tudo se resulta em uma confusão… esse deve ser o motivo das palavras fugirem mas enfim… venho me dedicando à algumas coisas que tinha prometido pra mim mesma me dedicar este ano, e também à coisas que tinha me esquecido que existia.

Dentre pensamentos e sentimentos bons e ruins, novas experiências, ânimos e desânimos, cansaço e disposição, renasço das cinzas como uma fênix todos as manhãs (pq todas as noites eu morro na cama x_x) com novas percepções que me redirecionam aos  ideias me motivando a seguir em frente mais um dia . Uma das coisas que percebi, apesar de ser clichê na teoria, é que as vezes precisamos perder algo para entender o valor… bem… no meu caso não foi bem perder, e sim foi me distanciar para que pudesse compreender melhor de outro ângulo. E sim, estou falando de MODA NOVAMENTEEEE!!! EEEEHHH!!! o/
Afinal de contas existe uma estilista dentro de mim,  neste momento disfarsada de agente de turismo. (Y) Nunca deixei de ser estilista afinal. Nem pensei em abandonar a carreira para sempre, mas, realmente precisava desse tempo para pensar, repensar, tirar e colocar cada ideia em seu lugar. (ok, ainda não coloquei tudo nos seus devidos lugares. ¬¬)

Sinto falta dos tecidos, das ideias pipocando, dos paineis de conceito, das palestras de tendências mais iguais que todas as outras dos anos passados, de ver a moda ir e vir como o cidadão em seu direito; sinto falta do lápis deslisando no papel e de todas as cores vivas e mortas, tons cítricos, tons pasteis, tons neutros… Sinto falta da historia da moda e do design. De observar como a moda, música e arte caminham juntas a décadas! Quero ver as peças classicas combinando com as da moda, quero ver as pessoas aplicando a moda de forma pessoal, criativa e adequada ao seu próprio estilo de vida, de corpo! Percebi que eu realmente gosto de moda, em sua parte mais útil, livre, criativa e ilimitada. É uma relação de amor e ódio, pois, por outro lado, odeio a parte que caiu em senso comum, a ideia de futilidade, de falta de personalidade que ela pode causar nas pessoas, o consumismo… muito da cabeça de cada um, mas, as coisas/ pessoas costumam ser generalizadas pela sociedade. :/

Para finalizar gostaria de falar sobre o que venho exercitando. Tenho a palavra fixa em japonês e gostaria de compartilhar: “SUNAÔ”, significa sinceridade. Sempre fui uma pessoa sincera com as pessoas, mas, tinha um costume terrivel de não ser comigo mesma. E “me abrir para mim mesma” me permitiu entender melhor sobre todas as coisas que falei ali em cima. Venho deixando fluir o que existe dentro de mim, minha verdade, meu eu, sem culpa e sem vergonha de ser o que sou. Ainda complexo de entender e aceitar tudo isso, eu confesso. Entendi que esta mudança foi a consequencias de minhas decisões.

Óbvio que não saio cantando alto dentro do metrô ou na rua como eu gostaria porque encomoda as pessoas. Lógico que não vou trabalhar de pijamas e pantufas por mais que eu queira porque não faz sentido nenhum eu deixar de ser cidadã, dando desculpas de que estou “deixando fluir meu eu interior”, mas começando de dentro pra fora, estou deixando de sentir vergonha de gostar das pessoas, aceitá-las e achá-las realmente bonitas como elas são, entender a beleza interna e externa de cada um sem me sentir melhor ou pior que elas etc. E frequentemente penso que temos que ensinar as crianças (pequenas e “grandes”) que “gostar/ amar” são sentimentos bonitos que não devemos nos privar nem sentir vergonha (deixando bem claro aqui que isso é dentro de um limite comum e não psicopata)!

Então, vamos deixar fluir esse sentimento puro de carinho e amor que existe dentro de nós, sem nos omitir no orgulho e na vergonha, porque opinando aqui, particularmente, entendo que felicidade não é um estado constante mas sim construída de momentos, e os momentos mais felizes da minha vida, passei com as pessoas que amo, gosto, ou que eram importantes pra mim numa determinada época, ou seja… as pessoas que significam algo para mim são as “coisas” que tenho de mais importante na minha vida (por mais que eu seja apegada ao box do Slayers, aos livros da série Guia do Mochileiro das Galaxias, ao meu celular fofinho, aos meus desenho feitos com a “expremessão” da criatividade retraída, etc etc). Não vamos deixar passar os bons momentos com as pessoas que queremos bem, e vamos deixar claro que gostamos, ok? :D

Eu também estou aprendendo… todos os dias uma lição. Deixo aqui algo que postei no face faz uns tempos e que o pessoal curtiu no sentido “facebookal” da coisa: “As vezes julgamos as pessoas pela aparência, pela primeira impressão sem saber nada sobre sua vida; seus motivos, como ela se tornou esta pessoa, seus sofrimentos, batalhas e vitórias. Sendo ela feia, gorda, chata ou linda, elegante, culta, nem sempre essa pessoa foi assim e nem será assim pra sempre.”

beijosmedesligo x_x

PS.: Revelando aqui que escrevi essa frase depois de conhecer um pouco mais sobre a vida de uma certa pessoa que era absolutamente neutra para mim, e que até considerava meio estranha, meio “sei lá”; percebi quanta dor e sofrimento esta pessoa passou e esconde por trás de atitudes “estranhas”, seguindo em frente em sua vida, à sua maneira, se agarrando ao sentimento eterno de luto. Fiquei muito emocionada com a verdade revelada e chorei quando me dei conta da minha ignorancia. Me senti absolutamente pequena e limitada, mas, compreendi a lição.

Bolsas e mulheres.

Grande é a curiosidade dos homens quanto a alguns assuntos femininos… Conteúdo de bolsas, ídas ao banheiro, amor por sapatos e bolsas, trocar 129876716871 vezes de bolsas ou gostar de bolsas absurdamente estranhas, podem fazer até os cérebros masculinos mais geniais, que resolvem problemas de física quântica como respiram o ar, ficarem extremamente intrigados e sem resposta. Apesar de já ter lido muitos artigos de internet sobre conteúdo de bolsas ou segredo da ída coletiva ao banheiro, nunca me deparei com um que fosse realmente convincente. Então resolvi criar um.

Ao que se diz respeito as bolsas, eu que fui criada em 2 culturas diferentes, posso lhes afirmar que mulheres em geral, gostam de bolsas em qualquer lugar do mundo, pelo simples fato de que é prático para carregar todo o seu “kit de primeiros socorros” que varia de mulher para mulher. Dentro da minha bolsa por exemplo, encontra-se uma necessaire com coisas que eu acho necessário, hahaha por isso que o nome disso é necessaire. ~~~D: Encontra-se meu carregador de celular, o celular, meu mp3 player, um livro, um guarda-chuva (São Paulo da garoa, sabe como é ne…), as chaves de casa, carteira e chicletes. Agora, dentro da nessesaire encontra-se: escova e pasta de dente, fio dental, absorventes (eu tenho um útero afinal…), pinsa (muito útil e já emprestei para alguns amigOs), desodorante, lixa e alicate de unha (que também já emprestei para amigOs), lenço de papel (riniti…), manteiga de cacau e nebacetim (coisa de mãe né? auhauahu). Eventualmente eu consigo ainda enfiar um casaco dentro da minha bolsa. Segundo relato de amigos, eu sou como a mulher de um deles e tenho duas temperaturas: “frio” e “muito frio”. Então um casaco se faz sempre necessário sob tais temperaturas… Até considero minha bolsa bem normal e light comparado a de algumas conhecidas, na verdade. Como já falei, mulher leva na bolsa o que acha necessário. Na bolsa de algumas, será possível encontrar maquiagens, protetor solar (isso tem na minha tb, as vezes), perfume, spray de pimenta, calculadora, PSP, lentes de contato, óculos, anticoncepcional, camisinhas e até calsinha, juro. E só calculem o que pode conter dentro da bolsa de uma mãe com um bebê! Há!

E como os homens conseguem viver com carteira, celular, chaves, as vezes chicletes, cigarros, isqueiros tudo enfiado nos bolsos? Eis a questão! Bolso de calças masculinas são grandes! As calças femininas, diferentemente das masculinas, geralmetne têm bolsos falsos, ou são extremamente pequenos; são mais justas ao corpo de modo que se colocar um celular por exemplo, ficará um quadrado saltando nas bandas de trás. Garanto que os homens preferem ver a mulherada de bolsa e ter a visão completa da comissão traseira do que ver formatos de carteiras e celulares expremidos. E onde elas guardam todos esses objetos? Nas bolsas é claro! o/ Mas como explicar os outros objetos que os homens nem pensam em carregar? Talvez os homens conseguem viver sem bolsa porque sempre terá uma mulher por perto para emprestar/carregar coisas para eles. Que atire a primeira pedra qual a mulher que nunca colocou na sua bolsa, a carteira, chave ou qualquer outro objeto do amigo, namorado, pai, primo, ou seja, de algum homem, na sua bolsa? E qual o homem que nunca pediu pra colocar sua carteira na bolsa de alguma mulher? (Ou talvez, eles consigam viver assim pelo simples fato de que não têm um útero no comando dos seus hormônios. õO!)
Enfim, a bolsa feminina existe para ser preenchida com:
a) coisas úteis;
b) coisas que poderão ser úteis;
c) coisas inúteis mas que decidimos carregar só para fazer peso e complicar o que pode ser simplificado;
d) pertences de alguém que não possui bolsa, nem bolso.
Logo, o conteúdo da bolsa feminina se baseia em tudo o que se pode imaginar dentro destas condições sitadas acima, ou seja, EVERYTHING. Tipo a bolsa do Gato Felix. Tipo a bolsa da Mary Poppins. Ponto final, assunto da bolsa resolvido. (ne?)

Agora vamos para um assunto mais polêmico e proibido para menores (not). ~~~~~O BANHEIRO FEMININO!!!~~~~~
Eu como mulher também faço minhas ídas coletivas aos banheiros, mas, na verdade não acredito que exista um porque especial para isso. Não vamos fazer nada demais lá, apenas um xixi, um retoque… uma olhada no espelho. Falar mal/bem da roupa de alguém, falar mal/bem de algum rapaz… (perigosas peruas muahaha!). E nada mais. Não tem um motivo específico para irmos juntas… companhia, talvez? Aquela mão amiga para segurar a porta quando não tem trava. Segurar a bolsa quando o desafio do “pipi-aéreo” se faz necessário. Para passar papel higiênico por baixo da porta quando descobrimos que acabou… mulheres unidas jamais serão vencidas, então, legal, vamos todas juntas ao banheiro! Por outro lado, homens não tem muito o que fazer juntos no banheiro e ninguém vai segurar nada para eles, eu suponho… (õõ!!) então, não tem a menor vantagem ir todos juntos. Ainda mais porque banheiro masculino não tem portas dividindo suas intimidades, só mictórios, então é até melhor que não vão todos juntos, meio que por privacidade, eu acho.
Ok, então, basicamente meninas vão para o banheiro juntas para:
a) se olhar no espelho, trocar ideias sobre maquiagem, emprestar batom, escova de cabelo, desodorante etc;
b) falar sobre coisas que não podiam falar na presensa das pessoas que estavam junto até o momento do banheiro;
c) ajudar uma a outra num eventual obstáculo como portas sem trava ou banheiros sem papel;
d) só para acompanhar a amiga, mesmo que não tenha nada pra fazer.
Logo, mulheres vão ao banheiro juntas por solidariedade, por futilidade ou por maldade/bondade, diferentemente dos homens que não têm necessidade de serem solidários com o amigo, nem usam maquiagem para ter que retocar, e não falam muito dentro do banheiro enquanto outros homens também estão concentrados com suas devidas coisas pra fora. Questão do banheiro resolvida. (ne?)

Agora, porque mulher tem necessidade de falar de roupas, sapatos, bolsa, cabelo, maquiagem, bem/mal de coisas e pessoas? Bom, na real, isso depende muito de cada mulher. Não são todas que fazem isso o tempo todo. Eu por exemplo já fui muitas vezes ao banheiro sozinha (associando aqui a ida ao banheiro com fofocas) sem convidar as amigas, simplesmente por achar desnecessário. Se quiser vir junto não me importo mas, geralmente vou sozinha. Se me convidam vou, mas, talvez pelo simples fato de que não tinha porque recusar, já que poderia aproveitar a “carona” para fazer um numero 1 básico. Maquiagem raramente uso, cabelos nem penteio. hahaha É a minha parte masculina falando mais alto… >_< e sei que muitas mulheres são como eu. Simplesmente não se importam de ir juntas ou sozinhas ao banheiro. E de fato, homens também aproveitam a ausência das mulheres para falar sobre carros, esportes, coisas e pessoas, bem/mal, etc. Cada sexo, cada grupo, cada faixa etária, cada cultura, cada linha de raciocíneo com seus assuntos, afinal. Assunto das fofocas e pipinguins femeninos/masculinos resolvido.

Ainda existe o mistério do amor pelos sapatos. Conheço mulheres que têm uma verdadeira coleção de sapatos, um mais estranho que o outro. Isto eu realmente não compreendo. Até acho muitos sapatos legais, mas creio que cerca de 85% dos sapatos disponíveis no mercado eu não compraria por achar muito feio, muito caro, muito desconfortavel, muito exagerado, inútil para meu estilo de vida ou que não tem nada a ver comigo. Levando em consideração que a maioria das mulheres que “colecionam” sapatos, boa parte deles são de salto alto, posso imaginar que através dos sapatos de salto elas se sintam mulheres poderosas, com um toque de fetiche ou alguma coisa do gênero. Eu como não sou muito fã dos saltos, acabo me tornando indiferente para este fato talvez… That’s a mistery unsolved… =/

Não me veio mais nenhum assunto na cabeça do qual acredito que gera mistério para os homens mas, estou disposta a responder perguntas dos meninos quanto ao mundo feminino, se isto for da minha capacidade, e juro que procurarei respostas caso tenha alguma menina que queira saber mais sobre coisas de meninos uma vez que tenho 3 morando comigo atualmente. há! ò_ó/

Acho legal para perder o preconceito entre homens e mulheres, que existe em torno de assuntos comuns e até bem naturais, mas, que por pudor, tabu ou sei lá mais o que, ninguém esclarece…

That’s it!

Beijosmedesligo x_x

Roupa Social

Desde que comecei a trabalhar, nunca precisei usar roupas sociais no ambiente de trabalho. Geralmente estava livre para usar a famosa “calçajeanscamisetaetenis” ou tinha uma baby-look como uniforme que era usado com “calçajeansetenis”. Nas últimas empresas que trabalhei, por se tratar de empresas que trabalham com moda, no cargo de estilista, existia uma liberdade muito grande nas roupas, dando margem a uma pitada de ousadia fashion… Além de não me interessar por roupas sociais, nunca fui muito de usar, e não fazia ideia de como era o dia a dia de troca de roupas para quem precisa usar roupas sociais no trabalho. No máximo, usava uma camisa social, mas com calça jeans, e geralmente tênis, muito raramente usava sapatos.

Então, cá estou eu em São Paulo, onde a maioria das pessoas que trabalham em escritório, trabalham de roupas sociais. Tratando-se de uma agência de viagens (da qual gostaria de fazer um post especial futuramente… ) que lida com clientes e pessoas de outras agências, Estados e países, companhias aéreas etc, diariamente, precisamos estar alinhados com as roupas. Não é exatamente social completo. Existe uma margem para uma blusinha aqui e ali, mas muito deve-se cuidar com decotes, comprimentos, abusos fashions e o principal: não pode usar “calçajeansetenis”!

Então lá foi a Mille (ou a Miho, mas essa história explicarei futuramente também) sair para comprar calças e sapatos sociais. Fui nas famosas “peças coringas” para não ter erros, mas, a primeira sensação que tive é de que roupa social é tudo igual, sem graça e me deixa 10 anos mais velha. De qualquer forma, eu precisava trabalhar com elas, então investi uns dinheiros em roupas sociais.

Na primeira semana, só consegui usar calça preta e camisa branca. Usei o mesmo sapato a semana toda, mas, isso foi por falta de sapato mesmo… ¬¬ Não conseguia fazer, nem pensar em combinações apesar de todo meu conhecimento em moda, pois, sempre acabava me achando feia… então, indo para o trabalho comecei a observar como as mulheres se vestem por ai, seja dentro do metrô ou nas ruas. É claro que muita gente tem o gosto duvidoso pra roupas, aliás, gosto não se discute, mas, sabe como é… “Uma vez estilista, sempre estilista!” e mesmo que agora eu esteja trabalhando com turismo, meus olhos impiedosos acham as falhas cá e lá nas vestes das pessoas. As vezes coisas mínimas, uma barra, um tamanho maior, ou menor que poderia deixar a pessoa mais elegante…  Uma cor umpouquiiinho mais discreta… Ativei minha visão alla Terminator, fazendo um “match” nas pessoas.

Com criatividade eu consegui fazer mais combinações não tão “velhas” assim, e consegui me sentir melhor nas roupas sociais. Passado quase um mês de trabalho, chega um final de semana e eu finalmente posso usar minha calça jeans, meu tenizinho, e adivinha o que me acontece? Comecei a me sentir feia usando “calçajeanscamisetaetenis”… ¬¬ A elegancia da roupa social não tem igual. Depois de me acostumar a vestir todos os dias as calças alinhadas, combinando com blusinhas certinhas e casaquetos engomadinhos, acabei me achando desleixada quando voltei a colocar a calça jeans, a camiseta e o tênis…  u_u

Claro que se o destino é o shopping ou uma caminhada no parque, não usarei roupa social, mas com certeza mudei meu modo de pensar a respeito desses “uniformes”. Aconselho a todos(as) aqueles que estão acostumados apenas com os jeans e os tenis, usarem de vez enquando uma roupa social no meio também! É elegante e deixa um ar de intelectual bem estiloso! ;D

 beijosmedesligo x_x

Atualização sobre “Evolução… ou não? :S”

Para quem não leu…

Evolução… ou não? :S

…e segue a ideia de evolução. Ou não.

Eu tinha excluído o Fotolog e o Twitter, mas coisas aconteceram e eu “tive” que refazê-los. Só que a pessoa aqui não sabia que não poderia mais utilizar o mesmo e-mail no Twitter, obviamente porque só concordei com tudo e fiz a conta, hahahahaha. Então fiz mais um e-mail para poder utilizar novamente o Twitter.

21. Eu fiz um novo Fotolog.

22. Eu criei mais um g-mail.

23. Eu refiz um Twitter.

Mas é claro que as coisas não podem parar por aí… Não, não podem. Eu “tive” que seguir os conselhos de diversas pessoas que já vinham me falando, e assinei o Facebook. Agora sou uma menina antenada! Tenho Twitter e Facebook. (Nota!: Preciso assistir aquele filme, parece legal…)

24. Eu assinei o Facebook.

Mas já colocando meus planos futuros aqui, realmente não consigo dar conta de atualziar todas essas coisas, à não ser que eu esteja de férias forever, então futuramente excluirei o fotolog, mas quero transferir algumas coisas para o blog aqui, que estou tentando aprimorar aos poucos…

25. Excluirei o fotolog num futuro próximo.

Na verdade eu nem mexo muito no Twitter. Achei legal algumas coisinhas que descobri nesta nova versão, mas nada demais. Mas este por enquanto vou manter alí quietinho, pode servir para alguma coisa. Muahaha!

Eu ainda tenho intenção de criar um espaço para publicar meus desenhos, mas isso fica para um futuro também. Por enquanto preciso aprender a mexer direito nas coisas que tenho!! (As coisas não podem ser tão simples  assim, é claro. Principalmente para mim, com meu bloqueio tecnológico…)

Obs.: Achei o Facebook bem mais legal que o Orkut, prontofalei.

É isso aí!

 

beijosmedesligo x_x

 

 

 

 

MEGAPOST sobre Tribos Urbanas

Muito se ouve falar e muito se vê por aí sobre tribos urbanas, mas o quê sabemos sobre estas tribos? O quê as pessoas que se consideram de uma tribo urbana sabem sobre tribos urbanas?

Só para constar, caso alguém queira saber, segundo a Wikipédia, minha maior fonte de pesquisas (rsss):
“As tribos urbanas (ou metropolitanas ou regionais) são constituídas de microgrupos que têm como objetivo principal estabelecer redes de amigos com base em interesses comuns. Essas agregações apresentam uma conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir. (…) A expressão “tribo urbana” foi cunhada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, que começou usá-la nos seus artigos a partir de 1985.(…)”

Antes de começar quero fazer umas observações: Geralmente aprendemos nas aulas, somente uma pincelada sobre o que foi cada coisa em suas datas bem superficialmente. Quem gosta do assunto e quer saber mais, precisa ir atrás e pesquisar. Seguirei o padrão aqui neste post, e falarei somente das tribos urbanas mais “populares”, podemos assim dizer, se não, virará uma infinidade de conteúdo e ninguém conseguirá ler. O que se resume abaixo, fala dos movimentos ocorridos em seus lugares de origem, que geralmente é Europa e Estados Unidos. Nessas mesmas épocas, coisas diferentes aconteciam com os jovens brasileiros, haitianos, cubanos, chilenos, indianos, marroquinos, angolanos, etc… mesmo que tiveram influência, nunca foram iguais às origens, por N razões. Importante levar isto em consideração!

Anos 50
Rockabilly (The Rockin’ Rebels) –  A princípio era um estilo de música, junção do Rock com Hillbilly (música country). Elvis Presley era o grande ícone da época, e as vestes seguiam a ideia do Rei do Rock. Para as meninas, Pin Ups “ultrasexyfemininas”.

Love me Tender

Anos 60
Beatniks (Beat genetration) – São as crianças nascidas no Baby-Boom. Revoltados com a sociedade regrada do pós-guerra, viviam uma vida conturbada de sexo e drogas… nas vestes, jeans e casacos de couro.

Anos 70
Hippies (Love and Peace) – Os hippies estiveram em alta mais no final dos anos 60, mas vou deixar aqui como anos 70. É uma sequência dos Beatniks, segue a mesma ideia, mas prega outras também, como a valorização da natureza, do nudismo, da paz e do amor (do sexo e das drogas, mas isso abafa). As roupas eram uma mistura de cores e formas. Coisas de brechós e uniformes antigos de militares eram bem usados.

Flores na cabeça~~~…

Skinheads – Muito diferente do que se pensa, os skinheads a princípio nada tinham a ver com brigas raciais. Inclusive foram os imigrantes  (pasmem! ) jamaicanos que influenciaram o movimento, e o grupo era composto de brancos e negros. Eles curtem jogo de futebol, tomar cerveja e bagunçar geral. A ideologia dos skinheads foi mudando conforme os anos, então só vou sitar apenas as roupas: coturno, suspensório,  jaquetas de couro, e claro, cabeça raspada. Acho que as mulheres ficaram um pouco de fora desse movimento… (Me lembra um pouco The Clockwork Orange…)

Anos 80
Yuppies (YUP-Yong Urban Professional) – Jovens conservadores e bem suscedidos que valorizam a profissão e a vida de luxo. Vestem o workwear (roupa social de trabalho) conforme a moda manda ($…se não estou enganada, Giorgio Armani que sabe bem sobre isso!$).

Punks – Os mais famosos no rankin das tribos urbanas. Música punk, estilo punk de viver, punk fashion, e punk chick de passarela quando tudo já tinha virado moda. Um amigo meu dizia que a cidade que eu moro, é a cidade onde é POP ser punk. Obviamente uma “tiração de sarro”, pois, ser POP nunca foi o objetivo dos verdadeiros punks. E de fato não existem verdadeiros punks por aqui, só alguns posers… De aparência agressiva, usando cores fluorescentes nos cabelos espetados e nas roupas, muito couro, jeans rasgado e muito metal nas vestes e nos acessórios, os punks aterrorizavam a sociedade, ironizando e abalando as estruturas, numa ideia de revolução político-social. Vale sitar aqui Vivienne Westwood, a estilista do Punk Chick, odiada e adorada. Ela ainda tem cara de punk nos dias de hoje.

Anos 90
Góticos – Estes que nada tem a ver com os Godos germânicos, nem com as estruturas arredondadas das abóbadas de algumas igrejas medievais, são pessoas que têm uma visão de vida sombria e obscura, e cultivam essa ideia expressando-a no estilo musical e nas roupas. Basicamente muito preto, alguma coisa de cabelos coloridos, pois existe um pesinho dos punks ali, muito metal e muita maquiagem pesada. Algumas vestes femininas lembram até o sadomasoquismo. No Japão existe uma vertente que são as Gothic Lolitas, mas essas já têm outros conceitos. Quem ler Edgar Allan Poe  ou assistir os filmes mais antigos de Tim Burton consegue captar bem a atmosfera… fúnebre da coisa.

Grunges – Ainda seguindo a ideia de revolta dos punks, nascem os grunges, fortemente influenciados pelo estilo musical. Nas roupas, camisa xadrez com T-shirt por baixo, jeans rasgado e o bom e velho tênis All Star, mais ou menos dominava o estilo. Acredito que o estilo (de roupas e de vida) do falecido vocalista do Nirvana, Kurt Cobain, representa bem a ideia do que é ser Grunge de verdade. Recomendo o filme “Trainspotting” para captar a ideia.

Kurt Cobain

Clubbers – Finalmente pessoas que não queriam seguir os punks! Estes não estavam preocupados em radicalizar a sociedade. Estes queriam festas e diversão. Popularizaram a música eletrônica nas baladas e raves da época. Suas roupas são coloridas, com muitos acessórios de vinil ou plástico. Maquiagens com muito brilho e fluorescência completam o visual.

2000 ~ 2010
O que eu posso entender desta década, é que existe uma liberdade muito grande e opções muito variadas de tribos urbanas para você se encaixar, caso queira, uma vez que a maioria dos jovens costumam procurar a sua “tribo”. Podemos sitar aqui um TOP 5 de tribos urbanas desta década:

#1 – EMOs – Mais um movimento adaptado do estilo musical, o EMO que originalmente era Emotional Hardcore, por se tratar de um hardcore com letras mais melosas e românticas, passou a ser Emocore na versão diminutiva, seguido de Emo. Pesquisei algumas coisas mas não consegui descobrir qual a filosofia de vida… Parece uma mistura de gótico com mais alguma coisa, ou sem algumas coisas. As roupas são pretas, com alguns detalhes coloridos, alguns ícones como dados, caveirinhas e cerejas, xadrez, listras, calças justas e os famosos franjões cobrindo o rosto. Estes já estão aí há muitos anos, e parece nunca mais ir embora. Não queria ser cruel e expor minha opinião aqui, mas esse blog é meu afinal. Eu não me importo como se vestem ou se comportam, mas realmente não gosto das músicas, prontofalei. =X

#2 – Indie – O nome indie vem da palavra independent (independente), e é dado aos artistas que se lançam independentemente. Já a tribo indie, são jovens intelectuais (ou que se fazem de intelectuais), trazem consigo um ar cool e blasé. Acho que o terno justo com tênis, óculos com aros grossos e cabelos alternativos marcam seus estilos de vestimenta no geral. Lembrando bem a banda Fraz Ferdinand e seu estilo inglês.

#3 – Nerds – Estes na verdade já existiam há tempos, mas ganharam força nos dia de hoje. Os nerds, antes caçoados, por serem muitas vezes franzinhos, gordinhos, retraídos e as vezes até alienados, hoje são valorizados no mercado de trabalho pela sua inteligência e capacidade, até o seu jeito meio bobo, meio tímido conquistou o coração das mocinhas. Geralmente usam roupas que são consideradas meio bregas, mas nos dias de hoje ganha espaço na moda.

Nem todos são assim, mas vale a ideia! ;)

#4 – Geeks – Pode-se dizer que é uma vertente dos nerds, apesar de existir muitos conceitos e ideias diferentes sobre suas origens. Refere-se à pessoas que sabem e gostam muito de um assunto específico, geralmente tecnolóico. Mas pode-se caracterizar como “music geek”, “gamer geek”, “comic geek” etc. Por esta questão creio que não existe um estilo definido para estas pessoas, mas acho que a série The Big Bang Theory mostra bem a ideia.

#5 – Kidults – Jovens nascidos entre 80 e 90 que extendem suas vidas morando junto com os pais até depois da maioridade, em prol dos estudos. Trabalham e têm profissão, mas mantém um apego nostálgico pela infância. Alguns refletem isso nas roupas, geralmente contendo estampas de pesonagens de desenhos, outros nos gostos como por exemplo, gostar de jogar Super Nintendo.

 

Achei que esta imagem retrata bem a ideia Kidult. ;)

Até os anos 90, as tribos urbanas tinham suas causas, exploravam seus conceitos, era uma questão social e política, mas nem todas as tribos urbanas de hoje são assim. Percebe-se que existem punks, skinheads etc, mas estamos em outra época, estamos em outro país… Nunca serão como os originais na minha opinião. Muitos são apenas reflexos do passado; criam sub-grupos e ramificações para todos os tipos de tribo, saem por aí sem causas, apenas inconscientemente tentando aparecer e surpreender; a maioria apenas aderiru à um modismo passado, sem se quer conhecer suas origens, suas razões. É apenas modismo. É uma fase, e logo passa…

Essa falta de causa, falta de conteúdo me revolta um pouco, também porque eu mesma já fui adolescente e  quiz ter meu grupo social, minha tribo. Resultou que não me encaixei em uma “tribo” específica. Apenas andei com quem me aceitou como eu era, sem julgar minha aparência física, a cor da minha pele ou o valor das minhas roupas e do meu estilo de vida.

Deixei de sitar aqui as muitas outras tribos, mas com certeza voltarei a falar delas em outros posts… Só gostaria de fazer mais uma observação curiosa: Os Rappers vêm da cultura do hip-hop, que começou em meados dos anos 70 nos EUA pelos (pasmem!) jamaicanos!! õO!!?

A questão fundamental agora é: quais são os conceitos dos jovens, das tribos urbanas de hoje? O que eles querem refletir com suas atitudes, suas vestes? Ou seria a sociedade criando estas novas tribos? É um paradoxo, e um mistério! E por fim, qual serão as próximas tribos que os jamaicanos vão criar??? (rss)

 

beijosmedesligo x_x