Minha vida de arte!

Para todo canceriano ou pisciano que se preze, haverá um cantinho no coração para as artes da vida.

Nós que somos sensíveis apaixonados signos da água, somos especialistas em viver as emoções e muitos de nós, assim como eu também, está aqui para viver e expressar-se em arte.
(Não estou querendo dizer que pessoas de outros signos não são sensíveis suficiente para serem artistas. Foi só uma brincadeirinha de signos.)
Minha vida de arte começou desde muito nova.
O desenho certamente tem um significado profundo em minha vida desde sempre. Teve forte influência japonesa pelo decorrer da minha vida, ganhou traços de moda e design por um tempo e hoje trilha um caminho solitário e triste, um pouco afastado do verdadeiro mundo da arte. Em busca de novos horizontes, buscou o curso na Quanta academia, mas a vida… ahh a vida… nunca se rebaixa em deixar-nos fazer simplesmente tudo que queremos. rssrsrs
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A música sempre esteve e ainda está presente em minha vida. Nunca deixei e acredito que nunca deixarei de ouvir música porque tem muita coisa boa para ouvir, além de que sempre gostei muito de cantar. Cantar lava a alma!! Espanta os males!! Mas, gostar de cantar não quer dizer saber cantar. Apenas observando. rsrsrs
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A dança me envolve do fundo da minha alma. Devo ter sido bailarina na vida passada pois, amo, amo, amo dançar. Apenas isso. Qualquer outro tipo de exercício físico eu detesto. (Abre exceção para natação e aos alongamento que também gosto.)
Fiz todos os tipos de danças que pude e que me interessei até hoje. Estou parada no momento mas, quero voltar a fazer assim que arranjar brecha! (Abaixo, Ansuya lindona.)
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A arte cênica também fez parte da minha vida. Atuar é viver! E aprender um pouco sobre artes cênicas me ajudou muito na adolescência para minha desenvoltura e para atividades em público. Mas hoje já não tenho tanto interesse. Interesse sim em assistir peças de teatro! Isso sim, amo, amo, amo!
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Existem muitas outras formas de artes. Viver é uma arte!
E o que vivo hoje, mesmo que afastado do mundo da arte, está na minha essência e será muito difícil de eliminar da minha vida (também porque não pretendo e não quero eliminar isso!!).
Viverei isso sempre, para sempre comigo!
Arte é liberdade da alma!
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Amor pela arte = Amor pela vida.
Beijosmedesligo x_x

Cada dia, renascimento!

Tenho visto ultimamente muitas coisas sobre viver bem, conselhos para melhorar a qualidade de vida, alimentos que te fazem bem, formas de se livrar do stress, maneiras de superar os traumas do passado… Estou ficando louca com tantas dicas e não consigo aplicar nenhuma delas na minha vida.

Ser humano é muito complexo para inserir todas estas coisas na vida. E a vida também oferece muitos caminhos aparentemente fáceis que te levam para uma emboscada. Estou falando de coisas como a alimentação e hábitos, por exemplo: Comer frituras é uma delícia; passar o dia todo rolando da cama para o sofá, do sofá para cama, com seu copo de Toddy e pacotinho de bolacha, assistindo filmes também é muito bom, mas, que estas coisas não se torne rotina. Ser humano precisa se alimentar de forma adequada, precisa fazer exercício físico e também precisa manter a mente ocupada (com o trabalho por exemplo…) para não cair em depressão ou outros tipos de doença.

Infelizmente precisamos trabalhar. Não só para ganhar dinheiro, pagar contas e viver, mas, ter uma rotina, exercer a mente e o pensamento nos faz mais atentos e racionais. Mesmo parecendo muito conveniente tirar férias para o resto da vida e conseguir sobreviver com algum dinheiro místico que entra na conta vindo do além. E é claro que mesmo neste caso você aproveitaria para viajar, estudar sobre as coisas que gosta etc, certo? Espero que sim. Eu pelo menos faria isso.

As vezes gosto de imaginar uma realidade alternativa sem limites. Viajando, estudando sobre todas as cosias que são legais para mim, ajudando abundantemente minha família e vendo o sorriso de felicidade dos meus sobrinhos etc; realizando o sonho da “mansão” própria!! (Sim, porque se não tenho limites não preciso ter apenas uma casa própria, posso ter uma mansão própria!! hahaha!!)

Mas voltando a realidade, acredito que precisamos é “fazer o bolo com o ingrediente que temos” (pegando as palavras da minha amiga Glê, emprestadas…). E o que temos para hoje é mais um dia de batalha. De nada adianta o mal humor, a tristeza de não ter tudo que queremos, ou a frustração de não ganhar o quanto queremos, ou que não aproveitamos bem o tempo até hoje direito, deixamos de fazer X coisas…

Ontem já era, não tem volta. Hoje, podemos fazer o que podemos fazer. E o que podemos fazer, para fazer deste dia de hoje um dia proveitoso? Pense nisso. Pense que a cada manhã você renasce, ganha um dia novinho e inteirinho para aproveitá-lo! Mesmo que neste dia você tenha que cumprir com obrigações, você pode escolher cumprir suas obrigações de mal humor, e de qualquer jeito, ou cumprir suas obrigações bem humorado e de maneira satisfatória adquirindo benefícios para você mesmo.

Então, respire fundo que hoje tem mais um longo dia pela frente para “faxinar” e botar tudo em ordem! Mais um dia que você renasceu e precisa viver com carinho sua própria vida, sua própria história!

C’est la vie!

Beijosmedesligo x_x

No Silêncio da “Morte… …da Bezerra”

Faz TAAAANTO tempo… parece que deixei uma chácara fechada por 1 ano e agora estou abrindo-a novamente, tirando as teias de aranhas e tal. E estou fugindo 5 minutos do trabalho para postar o que venho rascunhando desde janeiro; seguem meus esclarecimentos para meu público quase inexistente. :P Desta vez sem imagens divertidas pela falta de tempo (está virando uma mania já, esta falta de tempo!! hunf….).

Entenda… período de florescer das cerejeiras para uma operadora de turismo no Japão é como Saldão da Renner para mulherada! Chove gente, chove telefonema, só não chove chuva porque o verão não permite. Temos que passar calor sim, só para piorar melhorar o estresse… mas vamos ao post!

Não sei de onde surgiu esta expressão “pensando na morte da bezerra” mas, costumo fazer muito isso. Deixar-me levar pelos pensamentos, divagar no mundo  paralelo do cérebro ou em outra expressão mais utilizada, “viajar na maionese”. Numa forma mais bonita de falar seria refletir sobre a vida. Algumas pessoas utilizam a palavra “meditar”, mas, eu entendo por meditação, justamente a ausência de pensamentos… Seja lá o que for, a “morte da bezerra” foi muito explorada em meu cérebro durante dois dias maravilhosos que passei pela primeira vez em um retiro (em outubro do ano passado). Na verdade já falei tudo isso via Facebook, mas, repetirei aqui para que este post faça sentido:

Glauco Tavarez foi o mestre que nos conduziu para uma viagem ao nosso próprio interior para uma busca, explorando a arte de silenciar. Atravez da prática de yoga, alimentação vegetariana (super deliciosa nham nham!! :9), prática de meditação e momentos de reflexão, além de caminhadas agradáveis pela natureza que cerca o convento onde foi realizado o retiro, e palestras claras e objetivas, os “pacientes” vamos assim dizer, buscaram em seu silêncio, as respostas para suas dúvidas; buscamram sua missão de vida. Como é uma luta de cada um consigo mesmo, cada pessoa obtem um resultado diferente, claro. Para mim foi mais do que bom pois, como podem notar, estou postando isto!

Passou mais de um ano desde o meu último post e a razão principal por ter parado de postar é que estava sem computador e não tenho internet em casa, mas, também porque 2013 foi um daqueles anos “barra pesada”, posso assim dizer, principalmente no segundo semestre… O que não deixou de ser um ano importante. (Calma galera, não engravidei, ninguém morreu, não pensem besteira, ok?) O retiro me deixou muito “zen” e com vontade de viver! Não que eu estivesse com vontade de morrer, mas, andava cabisbaixa por N motivos. Além de chegar a uma conclusão que me deu uma certa direção e me sinto até com mais bondade no coração! Sem dúvida foram os sorrisos silenciosos da galera do retiro, os abraços, risadas e carinhos compartilhados com a Gleydis, Chris e Zé que me deram a oportunidade de acompanhá-los nesta jornada de silêncio, e do mestre querido, que é uma pessoa abençoada.
Outro motivo por não ter postado mais é que no trabalho não dá ne… então tudo dificulta, mas enfim… Sou uma alienígena agora, mais do que nunca, pois, além de estar morando só novamente, não tenho internet nem TV. Caso alguém esteja se questionando como eu vivo… Bem, eu vivo como qualquer pessoa, apenas curtindo um pouco mais o… silêncio.

E o silêncio que tanto foi precioso no retiro, dentro da minha casa pode ser um tormento, pois, como disse uma certa moça que estava conosco no retiro, “eu caio na besteira de conversar com meu subconsciente”… Apesar de que após o retiro, confesso que já não preciso mais ficar o tempo todo com o rádio ligado. Estou aprendendo a apreciar o “silêncio” (se é que isto existe em São Paulo). Mas, o som do meu subconsciente as vezes não me deixa em paz. Tento meditar, e após algum tempo lá está ele novamente me cutucando, me mostrando uma porção de coisas que quero esquecer porque não faz sentido pensar… É uma luta contínua e diária minha…

Em contrapartida, sem pensar, não existiria, não é mesmo?

Tirei forçadamente um ano de férias do meu blog, agora quero voltar a escrever… E espero conseguir  isso e também espero conseguir fazer academia este ano!! D:}

E para os que ficaram curiosos em saber o que aprendi no retiro, digo que estou descobrindo coisas novas que podem levar a um novo post de “Coisas que Aprendi”:

A vida proporciona muitas opções, e algumas destas opções podem te levar a uma caminhada um tanto quanto solitária. Nesta caminhada é muito importante lembrar que precisamos buscar evoluir como ser humano sempre para sermos capazes de proporcionar o bem às pessoas, mas, que sem as pessoas não podemos evoluir, afinal, não vivemos sozinhos neste mundo.
Assumir a liberdade de ser e de viver também pode ser algo difícil pois, é como jogar a sua verdade na cara das pessoas. Algumas pessoas torcerão o nariz para você. Outras podem ficar decepcionadas. Mas não podemos viver de aparências só para agradar as pessoas. Assumir suas verdades, seus defeitos e qualidades é amar-se. E precisamos nos amar para evoluir.

É um ciclo cheio de fases… Estou conhecendo coisas novas! Tentando me organizar na casa nova, no trabalho sob nova direção, em alta temporada (uma loucura!!!), curso novo, pessoas novas!! Tudo de bom!! E quando vejo já é Carnaval!!?

Desejando à todos atrasadamente, um ótimo ano do cavalo!
(O ano novo chinês foi há pouco tempo, então não estou tão atrasada!!)

Beijomedesligo x_x

Síndrome do Final do Ano

Não, não é um artigo científico e não li em nenhum lugar. Eu criei essa síndrome. Mas existe a possibilidade de alguém já ter criado e eu estar apenas sendo levada pelo inconsciente coletivo. :(   É uma coisa que venho percebendo de uns anos pra cá… Sinto que desde os meus 18 anos mais ou menos, o mundo gira muito rápido. É assustador a rapidez com que o ano passa. Sempre fico com a sensação de não ter conseguido terminar a prova, o sinal bateu faltando umas 3, 4 questões para resolver; de estar comendo panetone em outubro e dizer, ah! já é Natal!

Panetone em Outubro, simboliza Natal.

Definitivamente a hora não está passando em 60 min. Tenho quase certeza que se você passar o dia e a noite contando os segundos vai notar uns milésimos de segundos roubados misteriosamente!! E cada vez mais e mais. E um milésimo de segundo para a grandiosidade do Universo pode ser nada, mas, comparando em escalas humanas isso pode ser muito! Será que entendem o que quero dizer? Pensem que é como um restaurante que não tem troco. Você foi almoçar e a conta deu R$24,99. Você pagou R$25,00 e saiu sem o seu R$0,01, mas, afinal, ainda existem moedas de 1 centavo? Whatever. 1 centavo não mudará sua vida… e segue. Mas o mesmo restaurante fez isso com as 54614368164 pessoas que entraram lá durante esta semana, e então?
Mas o que queria dizer mesmo não é exatamente sobre esta sensação de “tempo roubado” ou “tempo voando” em si, e sim, da exaustão que isso causa nos seres humanos. Talvez nos animais também. Não sei ao certo se eles contam os dias como nós. Uma observação à parte, falando assim: contar os dias como nós, parece uma coisa tão besta, não acham? E nós contamos tudo… os anos, os semestres, trimestres, meses, quinzenas, semanas, dias, horas, minutos, os segundos… e até os milésimos de segundos! Porque não apenas vivemos? Se não soubéssemos quantos anos temos, tenho certeza que não pensaríamos que estamos ficando velho, ou que não temos mais idade para X coisas… :/
Voltando ao assunto, a exaustão. É isso mesmo. Nestes últimos anos, todos os finais de ano tem sido assim. Um cansaço infinito, uma vontade de jogar tudo e sumir nas montanhas. Eu mesma, desde os tempos da faculdade, em momentos como estes, me imagino sentada em posição de lótus num templo tibetano, meditando, sem me depilar por dias e dias se não apenas a cabeça raspada. (Eu sei, parece nojento, mas juro que me traz uma sensação de paz imensa!! :~ Acho que um dia ainda faço isso… se o governo tibetano liberar o visto…¬¬ …se os monastérios tibetanos aceitam mulheres…¬¬ …enfim…) É uma falta de vontade associada com o cansaço, o stress acumulado do dia a dia…
Alguns analistas poderão falar que estou um tanto quanto depressiva. Pode ser, mas acho que nasci assim. Nasci melancólica, meio artista, quem sabe? Que artista não morre um pouco a cada dia por tristeza? O que seria da Adele sem suas decepções amorosas? Se não fosse a depressão não existiriam nem poesias, nem cansões tão sensíveis e tocantes. Tão belas e verdadeiras… Particularmente acho que estou bem. Não estou morrendo de tristeza, só estou cansada, e desanimada para continuar esse ano, planejar as festas, comprar presentes, papai-noel e essas mesmices. Só quero estar logo no aconchego do meu berço, rodeada dos que são queridos para mim (+ meus bichos). Quero poder dormir algumas noites sem pensar que às 05h40 tenho que levantar. Quero poder respirar AR de manhã, sem a pressão de chegar logo no trabalho. (Eu sei, fui eu que quis viver em São Paulo; não nego que é tudo culpa minha. Apesar de que tudo isso tem sido uma gigante experiência de vida…) No fim, mesmo exaustos e desanimados, acabamos fazendo tudo isso. Comprando os presentes, reunindo a família, cumprindo o tradicionalismo religioso… Automaticamente, porque se não fizer isso parece que o ano não terminou, e parece que 2013 não vai começar direito. Parece que se não cumprir o ritual vai começar tudo errado.

E agora, nem as coisas que foram tão divertidas durante o ano estão conseguindo me motivar a sair do edredom e parar de assistir animês. Faço um pouco forçado para não me tornar uma doida varrida lunática, e sempre tem valido a pena “tirar os quatis das costas”, “tirar o pó de cima”, mesmo que é tão difícil tomar essa decisão nestas últimas semanas do ano, ou últimos dias, horas, seja lá como queiram contar; vale a pena rir das coisas mais bestas e insignificantes na companhia dos amigos, refletir sobre as questões mais banais que não levarão à nada, junto com eles, só para esquecer um pouco que segunda está aí novamente e novamente para a “mesma mesmice” que você fez e refez durante o ano inteiro. Ah os amigos… o que seríamos sem eles? Se não eles (+ música) para espantar os males, não sei mais quem.

Concluindo este post cansado (Estou matando o trabalho para escrever isso numa segunda feira antes do feriado da terça. A segunda que poderia ter sido emendada, só que não.), a Sindrome do Final do Ano é aquela sensação de desespero pela rapidez com que o ano passou e você não conseguiu cumprir tudo que queria, misturado com o desespero de ver-se envelhecendo e não podendo fazer nada por isso, juntamente com o desânimo e a não vontade de fazer absolutamente mais nada, nem trabalhar, nem estudar, nem limpar a casa, nem dançar Gangnan Style, nem sair, nem postar, etc,  apenas se isolar e se recarregar em meio à natureza, silêncio e paz. (Morte. +.+ Não, pera…D: )
Mas, mesmo assim a gente faz, levantamos devagar, damos mais um passinho, mesmo sendo pequenininho, nos arrastamos mais um dia até o metrô, matamos um pouquinho do trabalho no face, no worpress… esquecemos um pouco, relaxamos um pouco e recarregamos um pouco das forças com os amigos, o amor, os bichinhos… e seguimos em frente. Para encarar mais um ano. Semana passada era 07 de janeiro, ontem era 23 de setembro, hoje já é 19 de novembro, e amanhã é Natal. Mais um Natal está chegando! E nossas esperanças se renovam aos poucos, mesmo quando achamos que não temos mais forças.
Não sei se rolará mais um post até o final do ano, se sim até lá! Se não, “otsukaresama deshita” (bom trabalho!), desejo que 2013 seja um ano melhor sempre e sempre para você, para mim e para todos!
beijosmedesligo x_x
Nota

Como conteúdo para meu blog, aqui vão meus pensamentos aleatórios recentes…

Estou ciente de estar desatualizada com relação a moda, mas, pensando bem, acho que toda a minha vida estive meio fora de moda. Nunca fui muito adepta dos modismos, muito menos do que rola nas passarelas. Por obrigação me atualizava sobre as tendências do exterior e também aqui do Brasil, e até ousava ver os figurinos das novelas globais mais badaladas, mas, enquanto ainda não volto para minha área, acabo relaxando, é verdade… Novelas? Nem sei quais estão passando… -_- A ultima novela que assisti foi Alma Gêmea (Veeesssh! Alguém lembra disso?) e jurei nunca mais assistir nenhuma dessas ME… enfim, vamos ao assunto da moda (Mas antes, um click para postar no Instagram. Beijos)!

Image Já faz alguuuum teeempo que venho me perguntando WTH as pessoas estão curtindo tanto usar bigode “tipo Pringles” em todas as coisas possíveis? Inclusive mulheres!!?? Outra coisa, WTH as pessoas estão usando óculos “tipo do vovô” e acham isso moderno e legal? Eu costumava usar essas coisas na festa junina, avacalhando para ficar ridículo mesmo. Era uma brincadeira e tal… :S

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Tudo bem, eu devo estar ficando velha e mais cabeça dura, ou simplesmente não faço parte do público alvo. Mas ao meu ver, ao meu entender, o que era considerado ridículo e cafona agora é cool porque é Hipster… certo? (“Cool é o meu C#”, como diz a queridona amiga minha Gigica, te amo. :*)
Parece que essa moda Hipster pegou como Indie e não quer mais ir embora. Particularmente eu acho tudo muito semelhante, mas, tenho certeza que um hipster e um indie defenderiam suas individualidades, se eu os questionasse só para provocar. “Sei lá, tipo música, tipo lifestyle, u know? Cada um tem o seu esquema tipo VI-DA, e ser Indie já se tornou muito mainstream e tals… *olha minha cara de blasé* – mais um post no Instagram”.

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Mas afinal, o que é ser Hipster? Segundo o Dr. Wikipedia, especialista em assuntos quaisquer e doutorado pela Faculdade Google de Conhecimentos Instantâneos, refere-se à sub-cultura urbana de jovens adultos ou adolescentes mais velhos de classe média que surgiram por volta dos anos 90; buscam um estilo de vida alternativo, com gostos próprios por filmes independentes, músicas praticamente desconhecidas, discos de vinil, roupas vintage…

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Bom, tem muito mais conteúdo sobre essa tribo urbana, mas este é um resuuuumo do resumo só para entender um pouquinho desse universo paralelo. E é dessas paradas que surgiu o tal do bigode (do Pringles!! hihihihihih). Aliás, é e não é, porque até hoje já vi pelo menos 5 origens diferentes dessa moda, então SEI LÁ! xD Mas isso quem se importa!? Ninguém precisa saber as origens do símbolos que estão usando. Who cares!? Para um hipster, o popular não interessa. Tudo é mainstream e saturado demais. (Como é duro ser hipster nesse mundo tão mainstream… I AM SUFFERING. Y.Y)

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Eu não tenho nada contra o movimento e até acho divertido, os bigodinhos se pá (ta, os óculos gigantes de aro colorido eu acho feio mesmo. Tão feio quanto CROCS!! Os dois juntos então meodeos mapa pro inferno!! oO!) mas, não consigo deixar de pensar que isso é um paradoxo até meio hipócrita. No fim das contas, se grande parte das pessoas usam e abusam do Mustache mesmo sem saber do que se trata, se a maioria se considera Hipster, então é apenas mais um modismo. Não há nada de exclusivo e diferente nisso. Já se tornou Mainstream.

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Conclusão:

Acabei com os menine que gostam de ser hipster mas nem sabem o que é… ;_;

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Digo… É o ciclo da vida minha gente. Os Punks eram verdadeiros vândalos e seus objetivos não incluía ser popular; Kurt Cobain não queria fazer sucesso porque gostava de tocar só para os amigos; os hippies só queriam paz e amor; os indies e hipsters queriam ser alternativos. E todos viraram ícones super importantes na moda, tornando tudo popular e acessível para todos! (Y)

Moda, adorada e odiada 4ever.

Fui um pouco (bastante) irônica neste post, mas, é pra ser engraçado ta? Não é pra ficar ofendido, você que é hipster. Sejam e amem-se simplesmente! Eu acho legal nos outros na verdade, esse estilo alternativo e tal, só não sou adepta. :D (L)

FIM (L)

AGRADECIMENTO:
Neste post, tomei a liberdade de postar várias imagens da página de Facebook, Hipster da Depressão porque achei engraçado. Obrigada e desculpa por pegar as imagens sem pedir!!! :S Créditos ao(s) autor(es).

Beijosmedesligo x_x

Na moda Hipster do bigodinho mainstream.

Compartilhando uma história…

Hoje gostaria de compartilhar uma história… Já faz um tempo que venho “rascunhando o post” e hoje encontrei uma brecha. Talvez não tenha nem 1/10 do impacto que teve para mim, mas, mesmo assim quero postar minha experiência de percepção e epifania.
Foi um sentimento que demorei para organizar e que finalmente consegui transmitir em palavras sem desidratar em lágrimas (Sim, porque eu sou sensível, tá. :( Choro até com desenho animado e comercial de margarina. :~). Parece muito simples, mas, para mim foi como se tivesse levado um soco no peito.

As pessoas que costumam ler meu blog (que está um pouquinho abandonado, eu sei… ‘orz) sabem que eu participo de um grupo de dança tradicional japonesa chamado Shinsei (estrela nova em japonês). Nos reunimos toda semana no Bairro da Liberdade onde rola os nossos treinos do tradicional Yosakoi Soran.
Nestes dias atrás em que estávamos treinando, durante o intervalo de uma dança e outra, fui tomar uma água e aproveitar para dar uma olhada no mural que fica no fundo da sala. Esta sala normalmente é utilizada para várias coisas, não somente para nosso treino, por isso sempre tem notícias de festivais, lançamentos etc. E lá estava o cartaz falando do lançamento do filme Corações Sujos, um filme baseado no livro de Fernando Morais, que relata o drama dos imigrantes japoneses no Brasil, que acreditavam na vitória do Japão na guerra…

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Olhando o cartaz e refletindo sobre isso, lembrei do que vi no Museu da Bomba Atômica em Hiroshima, na Praça da Paz em Nagasaki e também no Museu da Imigração Japonesa aqui na Liberdade. O sofrimento da guerra, a longa viagem ao Brasil, a adaptação, a convivência, o aprendizado, a dificuldade de lidar com a língua portuguesa e os hábitos brasileiros… tudo tudo tudo… Então pensei comigo: “Tantos anos se passaram desde então… uma história que liga o Japão ao Brasil. Pessoas, famílias, vidas envolvidas. Homens que carregaram suas famílias acreditando num Brasil promissor. “Rumo à América Latina, lá é o que há!” Como será que foi tudo isso…? Como será que meus avós viveram essa época? Tinham felicidades apesar de tudo? Quanto sofrimento… Quanto sofrimento! E sem pensar muito, me perguntei: Qual é o resultado disso tudo?

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Após refletir um pouco olhando para o cartaz, me virei para ir até o pessoal que estava disperso conversando. Neste momento em que os visualizei, por alguns segundos fui tomada por uma mistura de sentimentos que nunca havia experimentado antes. Um aglomerado de compaixão, de compreensão, um pouco de tristeza e alívio. E então automaticamente compreendi. Foi muito rápido; foi uma sensação incrível…

No momento que virei, vi os descendentes de japoneses que compõem cerca de 90% do nosso grupo conversando e brincando. Mesmo quem não é descendente estava lá compartilhando a cultura japonesa, num envolvimento saudável de amizade e carinho. Todos nós somos brasileiros afinal, mas, temos a carga genética do povo japonês. E senti meu coração bombear o sangue em minhas veias. Sangue este que carrega 50% do gene japonês.

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(Olha eu ali! A ultima de azul na direita!!)

Então falei para mim mesma, como se falasse para as almas de nossos antepassados: “Olhem, estamos bem agora! Não há mais guerra. Não há mais bomba atômica. Nós somos aqueles pelos quais vocês lutaram… aqueles que vocês dedicaram suas vidas e acreditaram.”

“Este é o resultado. Podem descansar em paz.”

beijosmedesligo x_x

 

 

 

Fashion Dolls Lovers (L)

Vamos lá! Dando um gás aqui já que estamos nesse sábado tão “produtivo” e sem chefe no plantão do trabalho! hahaha São poucos os dias assim, então, aproveito para ousadamente comer um iogurte na minha mesa de trabalho e fazer um post.

No post anterior comentei sobre minha recém assumida sobre gostar de bonecas, e ontem, passeando na hora do almoço pela Galeria do Rock, avistei numa vitrine uma Blythe Doll. É muito raro ver no Brasil uma Blythe “dando sopa” assim, então fiquei uns 5 minutos encantada admirando a boneca que estava só enfeitando a vitrine e nem lembro qual eram os produtos expostos em si, mas sim… a Blythe estava lá… ai ai… Então tive a ideia de fazer um post sobre algumas bonequinhas desejo de consumo.

Resumindo bem a história, a Blythe Doll sitada acima foi criada em 1972 pela Companhia de Brinquedos Kenner nos EUA, tem aproximadamente 30cm de altura e possui uma cabeça avantajada. Por ser uma boneca de 72, tem os traços das modelos da época. É extremamente fashion, charmosíssima, mas foi vendida apenas por 1 ano nos EUA e na Austrália. Dizem que o motivo do não-sucesso inicial foi por que a boneca tem um mecanismo que permite a troca dos olhos. Isso mesmo, abre a cabeça, troca os olhos e pronto. Nova cor de olhos para a boneca! Quase 30 anos depois, os olhares dos estilistas se voltaram à ela, e utilizaram-na como modelo fotográfica e também em propagandas. Quando a novidade chegou no Japão, a visionária empresa Takara tratou de comprar os direitos para produzir a boneca, e iniciou-se então a produção da Neo Blythe. Existem três tamanhos de Blythe Doll disponíveis no mercado e somente a maior tem o mecanismo de troca dos olhos. Hoje em dia a Blythe também é artigo de luxo de colecionadores maníacos que gastam fortunas personalizando suas bonecas. Pude presenciar uma  exposição num shopping em Odaiba (Tóquio), mas, infelizmente não era permitido tirar fotos… todas eram “lindas de morrer”!! Cheguei a procurar nas lojas em Akihabara. A mais “em conta” que achei (mas não comprei Y_Y) custava cerca de JPY18000, o equivalente a USD225.00; em reais daria mais ou menos R$450.00, mas aqui no Brasil chega a custar mais de R$1000.00!! Mil reais por uma boneca é muito dinheiro; talvez não para colecionadores e doll-lovers. Um sonho de consumo com certeza!

Outra coisinha mais linda do mundo que descobri recentemente por acaso e me apaixonei à primeira vista foi a Pullip Doll, criada pela empresa japonesa Jun Planning e depois comprada e produzida pela empresa coreana Cheosang Cheonha. Possui traços parecidos com os da Blythe, mas, os olhos são claramente orientais e também possuem um mecanismo que muda a posição dos olhos, mas, não sei exatamente como porque nunca vi uma de verdade. Só por foto. Na mesma linha de bonecas foram criados o boneco Namu, supostamente irmão mais novo da Pullip, a boneca Taeyang, a irmãzinha e a Dal Doll que seria a BF da Pullip. Estas bonecas também seguem o mesmo padrão de valores da Blythe e são igualmente fashion e adorable! Sem dúvida mais um sonho de consumo!!

Mais uma descoberta que me deixou boquiaberta foram as bonequinhas que adquiri por JPY500 cada em Asakusa (JPY500 equivale a mais ou menos USD6.00). Não encontrei o nome nem o fabricante destas bonequinhas (também não procurei muito… ¬¬), mas elas custam em torno de USD90.00! Após conferir os preços em vários sites na internet, não tive dúvidas de que comprei bonecas falsificadas. Mesmo assim são muito bem produzidas. Os chineses são absolutely crazy baby! Eles conseguem reproduzir as bonecas com tanta perfeição, com um preço tão barato que é até assustador! As originais são bem carinhas, mas, bem fofinhas também.

Falando de algo mais acessível (pelo menos para a minha realidade), existe uma linha de bonecas produzida pela empresa Mattel que se chama Monster High. Eu as vi pela primeira vez, acho que foi em meados de 2008, quando comecei a frequentar lojas de brinquedos devido à chegada dos meus sobrinhos do Japão. Estas também são charmosíssimas, muito fashion, mas com o diferencial de serem as filhinhas dos “monstros” mais famosos: Frankenstein>Frankie Stein, Drácula>Draculaura, Lobisomen>Clawdeen Wolf  e Monstro Marinho>Laguna Blue. Acredito que estas 4 bonecas compunham as principais no começo, mas, logo surgiram outras, uma mais linda que a outra e até alguns bonecos fazem parte da coleção atual. Hoje em dia tem até série de desenho animado, site com joguinhos, material escolar, roupinhas e até versão Rag Doll (boneca de pano), e fazem o maior sucesso! Parece que teve até um concurso de Design by Yourself onde a escolhida seria produzida para comercializar.  Uma Monster High simples, sem muitos apetrechos custa em torno de R$70.00 em qualquer loja de brinquedos no Brasil.

Há uns 10 ou 12 anos atrás estava em alta uma boneca chamada Bratz, que foi um estouro porque até então não havia nenhuma boneca verdadeiramente fashion como estas citadas acima. A Bratz foi revolucionária quando surgiu, e me lembro de ter ardentemente desejado ter uma, mas, por motivos óbvios não comprei. (No momento ainda são inúteis para mim, mas ainda terei estas bonecas!!!) Da Bratz também foi lançado desenho animado, materiais escolares e até filme, mas hoje em dia a boneca não faz mais tanto sucesso, nem vejo nas lojas de brinquedos. Com tantas opções mais fofinhas até entendo. Olho a Bratz hoje e penso “Nossa que estranho, como pude ficar eufórica por essa boneca? õõ” De qualquer forma, acredito que a venda da Bratz no Brasil foi um start para comercialização de bonecas fashion, dai em diante.

Falando nisso, quando a Bratz surgiu, a Barbie sofreu um pouquinho e teve que se renovar. Lembro-me que na época foi lançado uma Barbie mais teen, com o traço dos olhos maior que o normal, roupas mais “descoladas” (não tão clássicas como de costume) e com a “turminha” toda renovada também. Creio que não fez muito sucesso porque não vi por muito tempo nas prateleiras… Tudo bem que eu também não sou “rata de loja de brinquedos”, mas, enfim… Barbie para mim é a mais clássica das bonecas “fashion“. Não tenho nada contra a Barbie, inclusive amei muito as minhas quando criança e tenho uma guardada com muito carinho até hoje, mas, confesso que acho a Barbie meio “sem graça” comparando com Blythes e Pullips da vida. Muito “princesa encantada perfeita sem defeitos”. Fato inegável a boneca Barbie domina até hoje…

No Japão tem uma boneca chamada Jenny, que fez parte da minha infância. Jenny tem os olhos de desenho japonês e é a queridinha das meninas japonesas depois da Lica-chan. A Lica-chan segue o mesmo padrão de traços, mas, sinceramente não sei qual das duas surgiram primeiro. Comparando com a Barbie, a Jenny e a Lica-chan são mais baixinhas, têm franjinha, olhos de mangá e corpo de japonesa (sem tantas curvas como a Barbie), mas são lindíssimas! Minha Jenny ainda guardo com carinho. (L)

Bom… gostaria de acrescentar que as fontes das informações são wikipedia e demais sites aleatórios, não sou dona da verdade e este texto contém apenas a minha opinião. E acho que já falei demais sobre bonecas (por enquanto); logo tenho que ir embora! :) Não sei porque demoro tanto pra escrever um post (Será que porque ele é quilométrico?).

Enfim, eu amo bonecas fashion. É isso! *_*
Beijosmedesligo x_x

PS: Correção enviada pela leitora Julia, sobre as Pullip Dolls! “O Namu foi o primeiro namorado da Pullip, que parou de ser fabricado (não vendeu) e foi substituído atualmente pelo Taeyang. A Dal é irmã do Taeyang e cunhada da Pullip (e as duas são meio rivais). A Pullip tem um irmão, o Isul. E tem a Byul, melhor amiga da Dal.” O Wikipedia ta todo errado geinteim! Beijosmedesligo x_x

Nota

Meu blog é para mim como uma casa de campo. Eu venho aqui e faço o que quero, mas, obviamente só quando tenho tempo. Já era suspeitável que estive bastante ocupada, pela minha total ausência desde março… Não estou se quer conseguindo fazer um post por mês para minha tristeza, porém, foi por bons motivos.

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Não postei no ano passado sobre minha viagem ao Japão, nem comentei sobre essa (eu acho), mas, sim, no mês de março para abril, estive por 14 dias no Japão e antes disso estava “workaholicando” no escritório devido à temporada das cerejeiras, sakura (alta temporada de turismo no Japão). Não, não fui a passeio. Estava viajando à trabalho, trabalhando (obviamente) bem duro como Tour Conducter. o/ Tenho tantas milhões de coisas para aprender que até da uma vertigem… Mas, é sempre uma grande experiência, uma lição profissional e pessoal, para toda a vida… @.@

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Outro motivo/ novidade é que finalmente consegui me independer de minha tia (e parar de dar despesas à ela ¬¬’) e por incrível que pareça me rendi à “Vida de Maria” novamente. Eu tinha bem certo comigo que queria morar sozinha. Mas, “tipo assim”, não tenho dinheiro. ¬¬ Então resolvi dividir. Dividir com o namorado. Dividir com o namorado = Casar = “Vida de Maria”. Mas tenho esperanças de que agora com mais maturidade eu consiga ser uma pessoa melhor do que fui no passado (deixa quieto :x)… É bom ver as nossas coisas chegando e montar nossa casinha (de aluguel) aos pouquinhos… :) hihihi Particularmente está sendo uma fonte de energia! Meu canto de sossego, de paz e amor, mesmo que as coisas estejam pelo chão porque não tem estante, mesa, cadeiras, TV, acesso à internet… :P

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Vim justificar os fatos porque estou passando por essa fase de mudanças e adaptação… e criando novos objetivos como por exemplo voltar a estudar! :) Estou precisando MUITO e por enquanto está meio fora de mão, mas, quem sabe em 2013?

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Além disso tudo, estou descobrindo coisas novas em mim, como por exemplo, meu gosto por bonecas. Na verdade eu sempre gostei de bonecas, mas, agora que caiu a ficha o quanto que eu gosto de bonecas! Não é a toa que sempre fico tentada a sair comprando Barbies etc. Não compro porque meu lado racional entende que realmente são inúteis no meu dia a dia. Gostaria de tê-las para admirá-las apenas… Mas, quando estive em Tóquio não aguentei e comprei 2 bonequinhas. São bonecas-chaveiro, e não ocupam tanto espaço assim, então eu considerei uma compra válida. :P

ImageOutra coisa que percebi em mim é como os assuntos que não me interessam realmente não me interessam em nada…….. ¬¬ Não só não me interessam como me deixam entediada e até irritada. x.x Por exemplo assuntos de família entre outros….. A prima que casou, teve filhos; o tio que traiu a mulher; fulana é lésbica; fulano assiste novela, juro… eu não tenho nada a ver com isso e SÉRIO, eu não quero saber. ¬¬ E também não quero saber de novelas, porque novelas brasileiras me deixam com extrema vergonha alheia. Não sei porque, mas, estou falando sério. :S

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Mas enfim… estou aqui, seguindo minha vida, tentando ser uma pessoa melhor a cada dia, descobrindo coisas sobre eu mesma (como se eu ainda tivesse 15 anos… ¬¬’), curtindo minha vida compartilhada com uma pessoa especial, planejando um milhão de coisas, tentando ler livros (tenho invejinha da Elis linda que lê tantos livros tão facilmente… Y_Y), tentando voltar a escrever no blog, voltando a desenhar um pouco, voltando a assistir animê!! Yeeey!!! :D NHÓI, ONE PIECE!!(L) Tinha me esquecido como era bom e como o Sanji e o Zoro são KAWAII!! (Não, eu não sou nerd nem otaku porque assisto animê e/ou falo kawaii, ok? ¬¬)

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Mas tá… é isso… não queria deixar meu blog no vácuo por tanto tempo , por isso resolvi dar um “Olá”!!

Em breve pretendo escrever mais. :)

beijosmedesligo x_x

Só atualizando aqui…

Coisas que aprendi…

Há tempos venho alimentando esse post.
Deixei parado por uns tempos e agora me senti pronta para terminar e postar.
Aprendi várias coisas durante os meus quase 27 anos e meio de vida, e decidi listá-las aqui com o objetivo de lembrar-me sempre destas lições. Porque mais do que nunca preciso lembrar de todas essas coisas. Porque mais do que nunca sinto que devo gravar isto em algum lugar onde eu sempre possa ler, e que também sirva como reflexão para quem quiser. É comprido mas acho que algumas coisas valem a pena ao menos pensar…

- Na minha adolescência, uma famosa frase de Shakespeare me marcou.
“Não importa o quanto vc se importe. Tem pessoas que simplesmente não se importam.”
Fato. Você pode se esguelar, se espernear, se esforçar e até sangrar. Se a outra pessoa para quem você supostamente está fazendo isso não se importa, simplesmente ela não se importa. Independentemente do quanto você se esforçou. Nem importa se você morreu por isso. Tem pessoas que simplesmente não se importam. Não é importante pra ela e ponto final.

- Não subestime as pessoas, por mais idiota que elas lhe pareçam. Um dia ela irá te surpreender.
As vezes tenho uma mania preconceituosa de achar que algumas pessoas são muito ignorantes e não devem ser levadas em consideração… até o dia que descubro que ela me evita porque me acha uma completa idiota, que jamais chegaria a altura de suas conversas; e ainda pior, descubro que ela estava certa… õO! Então, avaliar sua própria pessoa antes de sair falando besteiras dos outros é uma boa para não cometer erros como os meus… :(

- Não julgue as pessoas pela aparência.
Você não sabe o que esta pessoa está passando ou o que ela vivenciou no seu passado. Pode ser que ela esconde uma doença, pode ser que ela se esconde numa doença, pode ser que ela tenha traumas, pode ser que ela sofreu muito. Além de que, nem sempre esta pessoa foi assim, e nem será assim para sempre. O que pode ser feio para você, pode ser lindo para outro. Enquanto você acha uma pessoa feia ou mal vestida, ela pode estar achando o mesmo de você.

- Não vale a pena guardar rancor, não acrescenta nada na vida.
Porque enquanto você perde seu tempo se remoendo sozinho em seus pensamentos negativos e vingativos, a outra pessoa está simplesmente vivendo. (E não se importando com você nem com o seu rancor… lembrando da frase do Shakespeare.) E o tempo… ahh o tempo. Quando você abre mão da vingança e se liberta do rancor, você olha aquilo que um dia foi motivo de lágrimas, e não consegue sequer lembrar direito como foi aquilo. Aquele sentimento ruim todo se perde no tempo, e nada mais faz sentido. Não há mais rancor, nem ódio, nem dor, nem sofrimento.

- Uma pequena lição de uma música, de uma banda que aprecio o som e a voz da cantora, Fernanda Takai… “As brigas que ganhei, nenhum trofeu, como lembrança pra casa eu levei. As brigas que perdi, estas sim… eu nunca esqueci. Eu nunca esqueci.” (PatoFu, Perdendo Dentes)
Sim, porque é nas brigas que perdemos que cai nosso orgulho, e se revela nosso verdadeiro caráter, sem ego. Esse ser fraco e perdedor somos nós, desmascarados diante a derrota. É a verdade nua e crua, e a verdade dói, por isso é tão marcante…

- Quando abrimos mão do orgulho, abaixamos a cabeça e compreendemos nossas derrotas, estamos admitindo nossos erros. Mas esta não é a parte bonita da história. Admitir que errou qualquer um consegue fazer. O difícil é assumir as consequencias com responsabilidade e esforçar-se para não errar mais. Todos nós deveríamos aprender a ser mais humildes. Eu muito muito muito ainda tenho que aprender… E não é exatamente uma tarefa fácil… pelo menos para mim não tem sido, mas estou aprendendo.

- Quanto mais liberdade, mais responsabilidades.
Realmente o sabor e o prazer da liberdade não tem igual. É muito bom não ter ninguém pra te encher o saco, fazer as coisas quando tem vontade, SE tiver vontade. Poder voltar a hora que quiser e SE quiser; dormir e acordar a hora que quiser, comer o que quiser etc. Mas tudo isso gera uma consequencia, e se você está sozinho, você terá que coordenar certas coisas para que seu mundo não se torne um caos total. Isso se chama responsabilidades, e quanto mais liberdade…

- Não devemos depositar nossa alegria e felicidade nos outros. Precisamos buscar por sí mesmo.
Eu acredito que ninguém no mundo é capaz de fazer outra pessoa feliz por completo. Pode ser que nos contentamos com alguém por aquele momento, mas, conforme o tempo passa tudo se torna normal e monótono novamente. A felicidade quem faz somos nós mesmos. Temos que ser felizes por sí mesmo, sem esperar que o(a) namorado(a), marido(a), pai, mãe, filho(a) nos façam felizes. Eu entendo que não adianta alguém tentar me fazer feliz se meu eu é triste. Ninguém vai conseguir me erguer e me tirar do abismo se não eu por eu mesma, com minhas próprias forças, minhas próprias vontades, minhas razões, meus objetivos, minha coragem, minha felicidade.

- Por isso acredito que ninguém melhor que nós mesmos pra nos ajudar nos momentos difíceis. TUDO depende de nossa própria capacidade.

- O tempo não para pra esperar você se recuperar. Faça acontecer antes que seja tarde.
Você sofreu uma decepção amorosa? Decepcionou seus pais? Magoou alguém? Se magoou? Está sofrendo? Tem dificuldades financeiras? Está sem companhia? Sem casa? Sem família? Se sente triste? Se sente velho? Não tem amigos? Está atrasado em seus deveres? Está adiando um compromisso importante? F**A-SE VOCÊ HAHAHAHAHA. O tempo jamais vai esperar você refletir sobre o assunto, juntar os caquinhos, montar o quebra-cabeça, descansar, se recuperar, chegar num concenso, tomar coragem ou seja lá o que for que você precisa para seguir em frente. O tempo NÃO PARA. Ele não tem dó de você. Você precisa fazer acontecer, antes que seja tarde demais.

- Não devemos esperar que as pessoas se tornem o que desejamos que ela seja.
As pessoas são individuais e o ser humano é egoista por natureza. Temos mania de querer que as pessoas sejam mais assim ou assado. Eu por exemplo gostaria que minha mãe fosse uma pessoa mais amiga e carinhosa. Que se abrisse comigo e convesasse de forma mais clara e objetiva. Queria que meu pai fosse uma pessoa que me julgasse, me pressionasse e me cobrasse menos , que não fosse também tão orgulhoso e machista (isso de fato está acontecendo, nem posso reclamar!!). Mas amo meus pais mesmo assim, do jeito que eles são, porque afinal, eu também não sou a filha perfeita dos sonhos deles, aliás meus pais nem queriam uma filha, queriam um FILHO…  As pessoas NUNCA se tornarão aquilo que gostaríamos que elas fossem. As pessoas tem defeitos além de qualidades. Todo mundo sem excessão tem coisas boas e ruins. Eu também. Você também. Se não gosta desta verdade, fique sozinho ou viva na ilusão.

Minha lista não está em nenhuma ordem específica. Sei que tenho mais coisas para arquivar aqui, e que terei mais ainda futuramente. Mas veja bem, já é quase meia noite, estou com dor nas costas e amanhã tenho de levantar cedo… Por essa razão também não vou colorir meu post com imagens. Talvez futuramente…

Espero que tenham gostado e que sirva ao menos de distração para quem ler. Para mim será algo que devo olhar sempre, lembrar sempre… São minhas lições que adquiri com muita dificuldade, que ainda estou aprendendo e me aprofundando em cada uma delas e que quero manter pro resto da vida.

beijosmedesligo x_x   zzzZZZzzZZzz

O Bem e o Mal.

Olá! Feliz Ano Novo atrasado para quem eu ainda não fiz meus cumprimentos, e Feliz Ano Novo para meu blogzinho que está um pouco abandonado… Pensando bem, talvez não tão atrasado para quem comemora o ano novo chinês…

Eu culpo minha vida louca em São Paulo por este abandono.  Um ano, eu diria que é o suficiente para colocar as coisas em ordem, então, 2012 é o que há para fazer acontecer mais ainda. UHUL! E começar a postar mais por aqui. Pretendo sim, postar com mais frequencia, porém, sem digitar tanto assim. :P Creio que facilita para ler também… ¬¬

Pois bem, esses dias, na hora do almoço estava pensando sobre o título, o Bem e o Mal. É aquele anjinho e aquele diabinho que te fala no pé do ouvido… Os meus, quase posso tocá-los. Posso dizer que minha natureza não é maligna, mas, as vezes “o lado negro da força” me diz coisas absurdas que se alimento estes pensamentos, sinto até uma certa fúria, uma íra, uma vontade de ser o Magneto e jogar uma ponte de aço inteira em cima de algumas pessoas, ou lugares… (de funk principalmente… :S). Mas eu tento eliminar esses pensamentos ruins e trocar por outros que sejam bons. Geralmente procuro olhar para as fotos dos meus sobrinhos, dos meus animais de estimação. Crianças e animais têm essa ingenuidade que te conforta e te faz acreditar que ainda existem coisas boas no mundo afinal… As vezes escuto uma música bonita, penso em momentos agradáveis que tive com pessoas que amo/gosto…

Porém, por mais que eu queira ser uma pessoa do bem, seguindo os conselhos de Jesus Cristo, amando as pessoas como a mim mesma, infelizmente nem todas as pessoas me amam, e algumas fazem questão de não me amar, e sim me odiar, e odiar a qualquer ser humano que não seja ela mesma… Infelizmente eu também não sei amar à todos como à mim mesma. Mas aonde eu queria chegar, não era isso. Eu queria dizer que somos humanos afinal. Por mais que queiramos ser perfeitamente bons, sempre teremos pensamentos ruins, porque coisas ruins, acontecem! O jeito é controlar pra não exteriorizar todas as vezes que o diabo te cutuca! \m/

Mas também acredito que faz parte do equilíbrio. Nada é completamente bom ou completamente mau, tudo depende do ponto de vista. É claro que estou falando de coisas de níveis normais-toleráveis. Não sejam irônicos e não questionem sobre assassinos psicopatas e afins, não é disto que estou falando. Por exemplo, o leão é um animal carnívoro que se alimenta de outros animais como a zebra. Parece injusto que o leão coma a zebra, se a zebra não come leões, então, o leão é mal? Mas se o leão não comer, ele morre; ele só matou a zebra porque precisava comer, então ele não é exatamente mal. É o ciclo da vida. O mal e o bem se fazem necessários e se completam, afinal, sem o mal não existiria o bem e vice e versa.

Como no animê Slayers (que gosto muito! *_*), numa das batalhas finais, a personagem Filya que é representante das divindades mais sagradas dos reinos mais sagrados de todos os reinos sagrados, precisa compartilhar seu poder com Xellos, o senhor do mal, do caos, da dor, do desespero, da escuridão e da morte. A pior das criaturas existentes em todo o universo. E ele apenas une forças com Filya para salvar o mundo, porque não quer deixar de se divertir em ver a desgraça humana. Se o mundo acabar, não conseguirá mais acompanhar a mediocridade da raça humana que se arrasta para viver eternamente cegos na sua infinita ignorância,  infectando o planeta (palavras de Xellos). Então resolve ajudar a pobre coitada, boazinha, fofinha, bonitinha, cheirozinha, patizinha, representante da luz! Sem ele o mundo acabaria. Quer dizer, o mundo não “sobreviveria” só do bem. Apenas dos dois juntos. (Um tanto quanto profundo para um desenho infantil, é verdade… ¬¬””’) Whatever. É isso ai. Espero que tenham captado a ideia.

Devemos praticar o bem, mas, nem tudo será bom na vida, pois se faz necessário que sejamos “maus” em algum determinado momento. Ou as vezes é inevitável termos pensamentos maus… Sim, eu tenho vontade de ver esses rapazes exibicionistas infames que empinam suas motos, se esborracharem no chão, de alguma forma que o façam quebrar alguma parte do corpo, ou tirar um bocado de sangue. ¬¬  PRONTOFALEI! :S

Eu disse que digitaria pouco… É… ¬¬

Um ótimo ano do DRAGÃO para todooosss!!

beijosmedesligo x_x